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    • 1 AGRAVO_2148 

      Pitanga, P. I.; José Antônio da Cunha e sua mulher (agravantes); O Juizo (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1904-08-01)
      É apelável o acórdão do Conselho do Tribunal Civil e Criminal que, embora use da fórmula – converter em diligência o julgamento – decreta a nulidade do inventário desde as avaliações e a reforma substancial da partilha, ...
    • 2 AGRAVO_2178 

      Relator não designado; Partes não designadas (Supremo Tribunal Federal, 1904-10-06)
      A apelação interposta de acórdão que, em vez de homologar a partilha anular o inventário desde as avaliações e manda reformar substancialmente a mesma partilha, deve ser recebida em ambos os efeitos. Inteligência do art. ...
    • ACAO CIVEL DE NEGACAO DE PATERNIDADE_1894_01_22 

      Relator não designado; Alferes José Gonçalves Augusto (autor); Maria Custodia de Oliveira, mulher de Custodio Pinto de Araujo e Anna Maria da Gloria, viúva de João Carlos de Andrade (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1894-01-22)
      Ação cível de negação de paternidade de duas filhas gêmeas, de cor mulata-escura, nascidas de legítimo matrimônio de um casal branco, proposta pelo pai, decorridos anos após o falecimento da mãe. Questão de cor; de filhas ...
    • [ACAO CIVEL_1880_09_20] 

      Relator não designado; Joaquim Cavalcanti de Albuquerque e sua irmã D. Ermelinda Francisca de Paula (autores); Antonio Pinheiro da Palma e outros (réus) (Supremo Tribunal de Justiça, 1880-09-20)
      1. Nulo é o testamento essencial e dolosamente alterado em sua íntegra e artificiosamente imposto ao testador que dessa alteração não teve ciência e nem conhecimento; 2. Sendo assim nulo o testamento, não produz o efeito ...
    • ACAO CIVEL_1883_12_15 

      Relator não designado; João de Annunciação de Oliveira Pantoja (autor); Bento José Garcia (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1883-12-15)
      A obrigação de pagar certa quantia. e por uma causa, que incumbe a certo procurador, é acessória do mandato expresso na respectiva procuração; e revogá-lo este, cessa aquela.
    • [ACAO CIVEL_1891_03_03] 

      Relator não designado; Manuel Pereira Pinto (autor); Manuel Soares da Silva (reu) (Supremo Tribunal Federal, 1891-03-03)
      Indenização pelo dano causado-Interpretação da 2ª parte do art. 68 da Lei de 3 de dezembro de 1841. Uma vez absolvido o acusado no crime, porque o fato não existiu, ou porque não foi ele o autor, não mais pode ser intentada ...
    • ACAO CIVEL_1895_06_01 

      Relator não designado; Francisco de Souza Preto e outros (autores); Lucio Bernardes de Souza (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1895-06-01)
      Todo instrumento quer público, quer particular é assistido da presunção de verdadeiro, e para o convencer de falso são necessárias provas concludentíssimas. Não é infringida a fé de um instrumento por serem discordes as ...
    • ACAO CIVEL_1896_04_25 

      Relator não designado; Manoel Nunes da Silva (autor); Benta Bandeira da Conceição e outros (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-25)
      Não havendo nulidade de pleno direito, uma escritura publica não pode deixar de produzir todos os seus jurídicos efeitos enquanto não for a nulidade ou falsidade dela promovida por meio de ação rescisória, na forma do 1 ...
    • ACAO CIVEL_1901_07_18 

      Castro, Viveiros de; Manoel José da Fonseca (autor); Manoel Soares de Azevedo e outros (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1901-07-18)
      A lei municipal que veda o corte de matas em uma certa zona é caso de força maior que justifica a não execução de um contrato anterior de arrendamento de terras, compreendidas em parte dessa zona, feito com o intuito de ...
    • ACAO CIVEL_1901_07_22 

      Castro, Viveiros de; Dr. Domingos Antunes Ferreira (autor); O espólio de Bernardo Mendes (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1901-07-22)
      Os médicos não têm ação executiva para cobrança dos seus honorários; devendo esse caso ser regido pelos princípios comuns do direito e do processo.
    • ACAO CIVEL_1904_09_26 

      Relator não designado; A. E. de Gouvêa Carneiro e suas filhas (autores); A Companhia Equitativa (ré) (Supremo Tribunal Federal, 1904-09-26)
      Seguro de vida: o beneficiário de segurado que faleceu depois de vencido o prazo para pagamento do prêmio do seguro, mas antes de decorridos trinta dias – chamados de favor – depois do vencimento, tem direito ao pagamento ...
    • ACAO CIVEL_1907_12_17 

      Relator não designado; José Antonio Coelho de Almeida (autor); Padre Joaquim Rodrigues Cardozo (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1907-12-17)
      É nula a obrigação resultante de promessa bilateral verbal de compra e venda de um imóvel.
    • ACAO CIVEL_1910_04_13 

      Relator não designado; Tiburcio Guedes de Sene (autor); O Municipio de S. João da Bôa Vista (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1910-04-13)
      Está em vigor no Estado de S. Paulo o art. 307 do cod. do processo criminal, que obriga o município a pagar à custa dos processos criminais, quando decai o ministério público. A constituição federal assegurou a autonomia ...
    • ACAO CIVEL_1911_03_10 

      Relator não designado; João Olowinsky (autor); A Companhia Força e Luz (ré) (Supremo Tribunal Federal, 1911-03-10)
      Responsabilidade civil de uma companhia de bondes pelo dano causado a um pai com o esmagamento de seu filho menor: critério para a indemnização dos danos moral e material. No momento atual da evolução jurídica, é ainda o ...
    • ACAO COMERCIAL_1885_11_18 

      Relator não designado; Candido Augusto Ribeiro (autor); Major Dionysio Feliciano da Rocha (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-11-18)
      Modo de proceder-se a citação para conciliação.
    • ACAO COMERCIAL_1892_09_29 

      Relator não designado; Rocha Brochado & C. (autor); Malaquias da Silva Rocha (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1892-09-29)
      Não existindo contrato, fatura, minutas de contratos e transações, não se pode dizer existir prova contra o devedor. A revelia nada importa desde que o autor não conseguiu provar a dívida.
    • ACAO COMERCIAL_1894_08_29 

      Relator não designado; Joaquim Leite Cavalcante Mangabeira, sua mulher e outros (terceiros embargantes); Cosme Martins (embargado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-08-29)
      Embargos de terceiros senhores e possuidores: quando tem lugar e como são cumpridamente provados. O sequestro só pode visar os bens do próprio devedor responsável pelo cumprimento da obrigação. Casos em que a nulidade ...
    • ACAO COMERCIAL_1894_12_18 

      Relator não designado; José Martins Cornelio dos Santos (autor); A Companhia Agrícola Ribeirão Preto (ré) (Supremo Tribunal Federal, 1894-12-18)
      Exceção rei judicatoe, quando se admite em ação rescisória; requisitos essenciais. Admissibilidade da ação rescisória, quer as partes tivessem usado dos recursos comuns contra a sentença nula, quer não. Inteligência do ...
    • ACAO COMERCIAL_1896_02_11 

      Montenegro; Banco Territorial e Mercantil de Minas (autor); Companhia Estrada de Ferro Oeste de Minas (ré) (Supremo Tribunal Federal, 1896-02-11)
      Comissão de ações quando tem lugar e como se processa. Nulidade de comisso deliberado por diretoria de sociedade.
    • ACAO COMERCIAL_1901_05_04 

      Relator não designado; O Banco Mercantil de Santos (autor); Dr. Antonio Mercado (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1901-05-04)
      É válido o penhor de títulos ao portador, posto que não pertencentes ao devedor pignoratício, desde que o credor os recebeu em boa-fé, em segurança do empréstimo feito; pelo que pode o mesmo credor exercer todos os direitos ...