No Facebook, links do ICQ com pornografia infantil circulam livremente
Abstract
A reportagem investiga como o ICQ, um serviço de mensagens instantâneas, se tornou um canal para a venda de pornografia infantil, com links amplamente compartilhados em grupos abertos no Facebook. O serviço foi banido do país após uma decisão da Justiça Federal, motivada pela reportagem publicada. A falta de moderação eficaz nas plataformas digitais, especialmente após a pandemia, permitiu que esses grupos proliferassem, com o ICQ alcançando cerca de 11 milhões de usuários mensais em 2022. A reportagem destaca a necessidade urgente de moderação e regulação das plataformas para proteger as crianças e adolescentes, além de relatar que a disseminação desse conteúdo expõe as vítimas a riscos constantes de abuso.
