No Facebook, links do ICQ com pornografia infantil circulam livremente

dc.contributor.authorSchurig, Sofia
dc.contributor.authorCoelho, Leonardo
dc.date.accessioned2025-07-28T00:43:57Z
dc.date.available2025-07-28T00:43:57Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractA reportagem investiga como o ICQ, um serviço de mensagens instantâneas, se tornou um canal para a venda de pornografia infantil, com links amplamente compartilhados em grupos abertos no Facebook. O serviço foi banido do país após uma decisão da Justiça Federal, motivada pela reportagem publicada. A falta de moderação eficaz nas plataformas digitais, especialmente após a pandemia, permitiu que esses grupos proliferassem, com o ICQ alcançando cerca de 11 milhões de usuários mensais em 2022. A reportagem destaca a necessidade urgente de moderação e regulação das plataformas para proteger as crianças e adolescentes, além de relatar que a disseminação desse conteúdo expõe as vítimas a riscos constantes de abuso.pt_BR
dc.identifier.citationNúcleo Jornalismo, 2023pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/8186
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherNúcleo Jornalismopt_BR
dc.subjectPornografia - Criançapt_BR
dc.subjectPornografia - Rede social - compartilhamentopt_BR
dc.subjectServiço - Banimentopt_BR
dc.subjectPlataforma digital - Regulaçãopt_BR
dc.subjectProteção - Criançapt_BR
dc.subjectProteção - Adolescentept_BR
dc.subjectVítima - risco - abusopt_BR
dc.titleNo Facebook, links do ICQ com pornografia infantil circulam livrementept_BR
dc.typeArticlept_BR

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