APELACAO COMERCIAL_1896_02_04

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorTenente-coronel Manoel Casado Lirna e sua mulher (apelante); Viúva Tsixeiar Aguiar & Mitchell (apelados)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Casado A. Lima (presidente); Tenorio de Albuquerque; Araujo Jorge; Correia das Neves; Jacintho de Mendonça
dc.date.accessioned2025-10-10T17:24:53Z
dc.date.available2025-10-10T17:24:53Z
dc.date.issued1896-02-04
dc.descriptionAvaliação de bens penhorados nas execuções commerciaes pode ser repetida provando-se que nella houve erro, ignorancia ou dolo. Os executados que concorreram para nomeação e approvação dos novos avaliadores tacitamente reconheceram a procedeucia e justiça do despacho que decretou a repetição da avaliação. Formalidades da arrematação; deve preceder á 3ª praça o intervallo fatal de 8 dias; a dilatação desse intervalo constitue nullidade insanavel.pt_BR
dc.description.abstractAvaliação de bens penhorados nas execuções comerciais pode ser repetida provando-se que nela houve erro, ignorância ou dolo. Os executados que concorreram para nomeação e aprovação dos novos avaliadores tacitamente reconheceram a procedência e justiça do despacho que decretou a repetição da avaliação. Formalidades da arrematação; deve preceder à 3ª praça o intervalo fatal de 8 dias; a dilatação desse intervalo constitui nulidade insanável.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.24, n.69, p. 557-563, 1896.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO COMERCIAL_1896_02_04
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/9264
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectPenhora
dc.subjectExecução
dc.subjectNulidade
dc.titleAPELACAO COMERCIAL_1896_02_04pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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