AGRAVO COMERCIAL_3289
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | Antonio José de Magalhães (agravante); O cônsul geral de Portugal, representante do espólio do finado José Joaquim de Castro (agravado) | |
| dc.contributor.other | Ministros participantes: José Tavares Bastos (presidente); Francisco Mariani; Villaboim; Leal | |
| dc.date.accessioned | 2022-07-26T13:47:38Z | |
| dc.date.available | 2022-07-26T13:47:38Z | |
| dc.date.issued | 1882-08-08 | |
| dc.description | Deposito - O consul portuguez não se póde considerar como depositario judicial pelo facto de ter arrecadado, administrado e liquidado uma herança no desempenho das suas funcções consulares, emquanto não assigna o respectivo termo de deposito, por ser esta formalidade substancial para firmar a responsabilidade do depositario | pt_BR |
| dc.description.abstract | Depósito - O cônsul português não se pode considerar como depositário judicial pelo fato de ter arrecadado, administrado e liquidado uma herança no desempenho das suas funções consulares, enquanto não assina o respectivo termo de depósito, por ser esta formalidade substancial para firmar a responsabilidade do depositário | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.10, n.29, 1882, p. 116-120 | pt_BR |
| dc.identifier.issn | AGRAVO COMERCIAL_3289 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/4294 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal de Justiça | pt_BR |
| dc.subject | Depósito | pt_BR |
| dc.subject | Depositário judicial | pt_BR |
| dc.subject | Cônsul | pt_BR |
| dc.subject | Herança | pt_BR |
| dc.title | AGRAVO COMERCIAL_3289 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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