APELACAO_13992

dc.contributor.authorNão designado
dc.contributor.authorA viscondessa do Rio Preto, seu filho e genro (apelantes); Pedro Nolasco da Costa (apelado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Firmino Pereira Monteiro (presidente interino); Campos; Azevedo; José Antonio de Magalhães Castro
dc.date.accessioned2019-03-13T17:00:34Z
dc.date.available2019-03-13T17:00:34Z
dc.date.issued1873-07-29
dc.description1.O assento de baptismo, no qual o pai reconhece o filho natural, não vale escriptura publica; 2. O filho natural reconhecido no assento de baptismo, antes da lei de 2 de Setembro de 1847, não concorre com os filhos legítimos á herança do pai, se este falleceu depois da dita leipt_BR
dc.description.abstract1.O assento de batismo, no qual o pai reconhece o filho natural, não vale escritura publica; 2. O filho natural reconhecido no assento de batismo, antes da lei de 2 de Setembro de 1847, não concorre com os filhos legítimos a herança do pai, se este faleceu depois da dita leipt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.1, n.2, 1873, p. 352-357pt_BR
dc.identifier.issnAPELACAO_13992
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/1424
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectFilho naturalpt_BR
dc.subjectCertidão de batismopt_BR
dc.subjectHerançapt_BR
dc.subjectBrasil. Decreto do poder legislativo n. 463, de 2 de setembro de 1847pt_BR
dc.titleAPELACAO_13992pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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