APELACAO CRIMINAL_1888_02_21_2

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorO juiz de direito (apelante); João Antonio de Moraes (apelado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Quintino de Miranda (presidente); Oliveira Maciel; Pires Ferreira; Monteiro de Andrade; Delfino Cavalcanti; Alves Ribeiro; Tavares Vasconcellos
dc.date.accessioned2024-05-02T12:18:44Z
dc.date.available2024-05-02T12:18:44Z
dc.date.issued1888-02-21
dc.descriptionNullidade de processo iniciado por queixa da parte, e no qual é a promotoria quem offerece o libello e a parte quem, sem prévia licença, faz a acusação perante o jury.pt_BR
dc.description.abstractNulidade de processo iniciado por queixa da parte, e no qual é a promotoria quem oferece o libelo e a parte quem, sem prévia licença, faz a acusação perante o júri.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.16, n.45, 1888, p. 586-587.pt_BR
dc.identifier.issnAPELACAO CRIMINAL_1888_02_21_2
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/6040
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectNulidade processualpt_BR
dc.subjectQueixapt_BR
dc.subjectPromotoriapt_BR
dc.subjectJúript_BR
dc.titleAPELACAO CRIMINAL_1888_02_21_2pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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