APELACAO CRIMINAL_1908_02_27

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorO Promotor Público (apelante); Francisco Octaviano (apelado)
dc.date.accessioned2026-03-05T21:53:22Z
dc.date.available2026-03-05T21:53:22Z
dc.date.issued1908-02-27
dc.descriptionO reconhecimento da letra por semelhança, que não constitue prova plena no juizo civil (Ord. III, 52 pr.), com maioria de razão deve ser recusado no juizo criminal, com esse effeito. Em consequencia, a autoria de um escripto não se prova com depoimentos de testemunhas, ou com exame de peritos não grafologos, quando aquelIas e estes se baseiam as suas affirmações unicamente em semelhança de letrapt_BR
dc.description.abstractO reconhecimento da letra por semelhança, que não constitui prova plena no juízo civil (Ord. III, 52 pr.), com maioria de razão deve ser recusado no juízo criminal, com esse efeito. Em consequência, a autoria de um escrito não se prova com depoimentos de testemunhas, ou com exame de peritos não grafólogos, quando aquelas e estes se baseiam as suas afirmações unicamente em semelhança de letra.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.39, n.115, p. 312-314, 1911.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CRIMINAL_1908_02_27
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/13361
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titleAPELACAO CRIMINAL_1908_02_27pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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