HABEAS CORPUS_2788
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | João Xavier da Silveira e outros (pacientes) | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-04T16:40:00Z | |
| dc.date.available | 2026-03-04T16:40:00Z | |
| dc.date.issued | 1909-11-20 | |
| dc.description | É nullo o auto de prisão em flagrante quando fôr mandado lavrar por auctoridade que não tenha jurisdicção no Iugar em que foi feita a prisão; e quando as testemunhas não forem regularmente compromissadas. Não se considera como feita em flagrante a prisão do ladrão que é encontrado conduzindo os objectos roubados ou furtados; o facto de serem achados em poder dos indiciados effeitos e instrumentos do crime constitue vehemente indicio de auctoria ou cumplicidade, mas não caracteriza o flagrante delicto. | pt_BR |
| dc.description.abstract | É nulo o auto de prisão em flagrante quando for mandado lavrar por autoridade que não tenha jurisdição no Iugar em que foi feita a prisão; e quando as testemunhas não forem regularmente compromissadas. Não se considera como feita em flagrante a prisão do ladrão que é encontrado conduzindo os objetos roubados ou furtados; o fato de serem achados em poder dos indiciados efeitos e instrumentos do crime constitui veemente indício de autoria ou cumplicidade, mas não caracteriza o flagrante delito. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.38, n.112, p. 344-347, 1910. | pt_BR |
| dc.identifier.other | HABEAS CORPUS_2788 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/13258 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.title | HABEAS CORPUS_2788 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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