[DENUNCIA_1874_06_14]
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | Bacharel Pedro Fernandes Pereira Corrêa (recorrente); Promotoria Pública (recorrida) | |
| dc.contributor.other | Ministros participantes: Silva (Presidente interino); Salomé (vencido quanto a 2ª parte); Martins Costa; Alves de Brito; Camara Leal (presente); Joaquim Francisco de Faria | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-27T03:14:16Z | |
| dc.date.available | 2019-08-27T03:14:16Z | |
| dc.date.issued | 1874-06-14 | |
| dc.description | 1. Processo de responsabilidade contra funccionarios não privilegiados é nullo, tendo sido iniciado por denuncia do Promotor Publico, provocado a isso por portaria do Juiz de Direito; 2. O Promotor Publico só póde denunciar delictos taes, ou quando movido por impulso proprio e espontaneo, ou quando sendo ordenado pelo governo, ou em obediencia aos arts. 279 do Codigo do Processo Criminal e 15 § 7º da lei n. 2,033; 3. Juiz, que retêm em seu poder peças officiaes de factos; que cumpre-lhe investigar ex-officio, desde que com esse procedimento, embora irregular, não offenda a interesse publico ou particular, está sujeito a simples advertência; 4. Peças taes não são do dominio privado, mas sim dos próprios cargos, como exacta expressão das funcções do Juiz | pt_BR |
| dc.description.abstract | 1. Processo de responsabilidade contra funcionários não privilegiados é nulo, tendo sido iniciado por denúncia do Promotor Público, provocado a isso por portaria do Juiz de Direito; 2. O Promotor Público só pode denunciar delitos tais, ou quando movido por impulso próprio e espontâneo, ou quando sendo ordenado pelo governo, ou em obediência aos arts. 279 do Código do Processo Criminal e 15 § 7º da Lei n. 2.033; 3. Juiz, que retêm em seu poder peças oficiais de fatos; que cumpre-lhe investigar ex-officio, desde que com esse procedimento, embora irregular, não ofenda a interesse público ou particular, está sujeito a simples advertência; 4. Peças tais não são do domínio privado, mas sim dos próprios cargos, como exata expressão das funções do Juiz | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.2, n.5, p.690-691, 1874. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | [DENUNCIA_1874_06_14] | |
| dc.identifier.uri | https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/1772 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal de Justiça | pt_BR |
| dc.subject | Denúncia | pt_BR |
| dc.subject | Promotor público | pt_BR |
| dc.subject | Crime de responsabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Ato de ofício | pt_BR |
| dc.title | [DENUNCIA_1874_06_14] | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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