APELACAO_3241

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorMiguel Antonio Taborda (apelante); Agostinho Gonçalves Guimarães, por cabeça de sua mulher, herdeira de Manoel Joaquim Pinto (apelado)
dc.date.accessioned2019-04-08T17:15:58Z
dc.date.available2019-04-08T17:15:58Z
dc.date.issued1873-08-11
dc.description1.Bens, comprados em boa fé, não podem ulteriormente ser penhorados pelo credor do vendedor executado, sob o fundamento de que a venda foi feita em fraude da execução; 2.Inscripção da hypotheca judicial é necessaria para a effectividade do direito de sequelapt_BR
dc.description.abstract1.Bens, comprados em boa fé, não podem ulteriormente ser penhorados pelo credor do vendedor executado, sob o fundamento de que a venda foi feita em fraude da execução; 2.Inscrição da hipoteca judicial é necessária para a efetividade do direito de sequelapt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.2, n.3, p. 59-60,1874.pt_BR
dc.identifier.issnAPELACAO_3241
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/1464
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectEmbargos de terceirospt_BR
dc.subjectPenhorapt_BR
dc.subjectFraude de execuçãopt_BR
dc.subjectHipoteca judiciáriapt_BR
dc.titleAPELACAO_3241pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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