APELACAO CIVEL_7418
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | Pedro de Alcantara Leite Pinto e outros (apelantes); Manoel Antonio Esteves & Filho (apelados) | |
| dc.contributor.other | Ministros participantes: Faria Lemos (presidente); Espinola; Ribeiro de Almeida; Moniz Barreto | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-04T18:17:10Z | |
| dc.date.available | 2024-12-04T18:17:10Z | |
| dc.date.issued | 1890-12-19 | |
| dc.description | O fóro commum é o competente para a acção em que o credor commerciante exige do devedor não commerciante o saldo da conta corrente quando as operações nella comprehendidas são de natureza civil, embora o credor tenha exhibido lettras como documentos justificativos da conta corrente. As lettras acceitas nos limites dos saldos parciaes da conta corrente e creditados pro solvendo no quadro da soperações della, não constituem divida distincta da expressa na dita conta, e pois não operão novação, ainda mesmo que taes lettras sejão acceitas pelo marido, após o fallecimento da mulher, continuando sempre a conta corrente em nome do marido, como cabeça do casal, e em proveito commum. A vontade de novar não se presume, e ao contrario deve ser expressamente declarada, ou resultar tão claramente do acto ou circumstancias que o acompanhão que não possa ser posta em duvida. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O foro comum é o competente para a ação em que o credor comerciante exige do devedor não comerciante o saldo da conta corrente quando as operações nela compreendidas são de natureza civil, embora o credor tenha exibido letras como documentos justificativos da conta corrente. As letras aceitas nos limites dos saldos parciais da conta corrente e creditados pro solvendo no quadro das superações dela, não constituem dívida distinta da expressa na dita conta, e pois não operam novação, ainda mesmo que tais letras sejam aceitas pelo marido, após o falecimento da mulher, continuando sempre a conta corrente em nome do marido, como cabeça do casal, e em proveito comum. A vontade de novar não se presume, e ao contrário deve ser expressamente declarada, ou resultar tão claramente do ato ou circunstâncias que o acompanham que não possa ser posta em dúvida. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.19, n.54, p. 395-410, 1891. | pt_BR |
| dc.identifier.other | APELACAO CIVEL_7418 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/7423 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal de Justiça | pt_BR |
| dc.subject | Foro | pt_BR |
| dc.subject | Ação | pt_BR |
| dc.subject | Credor | pt_BR |
| dc.subject | Conta corrente | pt_BR |
| dc.subject | Dívida | pt_BR |
| dc.title | APELACAO CIVEL_7418 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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