PROCESSO CRIME_1896_08_01

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorA Justiça publica (autora); José Hilario Gomes e outros (réus)
dc.date.accessioned2025-11-05T22:02:23Z
dc.date.available2025-11-05T22:02:23Z
dc.date.issued1896-08-01
dc.descriptionO dito de uma testemunha, ainda que de vista, é um indicio remoto, e os indicios remotos isoladamente não dão logar á pronuncia. Para que esta tenha logar é necessario o concurso de indicios que gerem no espirito do juiz a certeza da auctoria do facto delictuoso.pt_BR
dc.description.abstractO dito de uma testemunha, ainda que de vista, é um indício remoto, e os indícios remotos isoladamente não dão lugar à pronúncia. Para que esta tenha lugar é necessário o concurso de indícios que gerem no espírito do juiz a certeza da autoria do fato delituoso.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.28, n.81, p. 285-286, 1900.pt_BR
dc.identifier.otherPROCESSO CRIME_1896_08_01
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/10197
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titlePROCESSO CRIME_1896_08_01pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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