APELACAO CRIME_1902_03_14

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorManoel de Carvalho Furtado (apelante); A Justiça (apelada)
dc.date.accessioned2025-12-05T18:50:21Z
dc.date.available2025-12-05T18:50:21Z
dc.date.issued1902-03-14
dc.descriptionO procurador que deixa de entregar ao constituinte, somma a este pertencente e que recebêra de diversas pessoas, não commette o crime de furto definido no art. 331, n. 2, do Codigo Penal, visto que são do dominio exclusivo do direito civil as relações entre procurador e constituinte.pt_BR
dc.description.abstractO procurador que deixa de entregar ao constituinte, soma a este pertencente e que recebera de diversas pessoas, não comete o crime de furto definido no art. 331, n. 2, do Código Penal, visto que são do domínio exclusivo do direito civil as relações entre procurador e constituinte.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.30, n.89, p. 453, 1902.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CRIME_1902_03_14
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/11095
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titleAPELACAO CRIME_1902_03_14pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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