APELACAO CIVEL_1889_10_22

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorAnacleto Geraldo de Souza (apelante); João Duarte das Neves Prata (apelado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: J. B. de Vasconcellos (presidente interino); Frederico Augusto; P. Camargo; Alves de Brito (foi voto vencedor)
dc.date.accessioned2024-12-02T17:33:25Z
dc.date.available2024-12-02T17:33:25Z
dc.date.issued1890-10-22
dc.descriptionO devedor chamado a juizo conciliatorio para pagar o saldo de urna conta corrente, confessando dever parte della justificada por escripto particular, é havido por conciliado e póde ser executado por termo de audiencia, do qual consta a confissão, ainda que o juiz de paz declarasse não ter havido conciliação.pt_BR
dc.description.abstractO devedor chamado a juízo conciliatório para pagar o saldo de urna conta corrente, confessando dever parte dela justificada por escrito particular, é havido por conciliado e pode ser executado por termo de audiência, do qual consta a confissão, ainda que o juiz de paz declarasse não ter havido conciliação.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.18, n.53, p. 181-187, 1890.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CIVEL_1889_10_22
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/7364
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectDevedorpt_BR
dc.subjectJuízopt_BR
dc.subjectConta correntept_BR
dc.subjectAudiênciapt_BR
dc.subjectJuíz de pazpt_BR
dc.titleAPELACAO CIVEL_1889_10_22pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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