APELACAO CRIMINAL_1895_07_25 (data provável)

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorFernando Patrocinio de Araujo (apelante); João Chrisostomo de Jesus Silvares (apelado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Mendes Velloso (presidente); Cardoso da Cunha (vencido quanto...); Getulio Serrano; Ferreira Coelho; Estevão Siqueira (fui presente)
dc.date.accessioned2025-10-09T16:10:38Z
dc.date.available2025-10-09T16:10:38Z
dc.date.issued1895-07-25 (data provável)
dc.descriptionNão constitue nullidade do processo o facto de ter sido a petição de queixa assignada por procurador, sem ter precedido licença do juiz processante, quando este ordena a ractificação da mesma queixa, ex-officio, ainda nos crimes de acção particular. Na falta de circumstancias aggravantes e attenuantes, a pena legal é a do gráo médio estabelecida no respectivo artigo, em que o réo estiver incurso.pt_BR
dc.description.abstractNão constitui nulidade do processo o fato de ter sido a petição de queixa assinada por procurador, sem ter precedido licença do juiz processante, quando este ordena a ratificação da mesma queixa, ex-officio, ainda nos crimes de ação particular. Na falta de circunstâncias agravantes e atenuantes, a pena legal é a do grau médio estabelecida no respectivo artigo, em que o réu estiver incurso.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.24, n.69, p. 115-117, 1896.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CRIMINAL_1895_07_25 (data provável)
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/9190
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectNulidade
dc.subjectQueixa
dc.subjectProcurador
dc.titleAPELACAO CRIMINAL_1895_07_25 (data provável)pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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