APELACAO CIVEL_262

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorMarinho & Comp. (apelantes); A Fazenda Nacional (apelada)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Luiz Antonio Pereira Franco (Barão de Pereira Franco) (vice-presidente); Eduardo Pindahiba de Mattos; Manoel José Murtinho (vencido, tanto...); João Pedro Belfort Vieira (vencido na segunda preliminar); Joaquim Antunes de Figueiredo Junior; Herminio Francisco do Espirito Santo; Bernardino Ferreira da Silva; José Hygino Duarte Pereira (vencido por julgar prescrita a ação); Antonio Joaquim de Macedo Soares; Antonio Augusto Ribeiro de Almeida (vencido; julguei prescrita a ação. Fui presente); Lucio de Mendonça
dc.date.accessioned2025-10-17T20:08:18Z
dc.date.available2025-10-17T20:08:18Z
dc.date.issued1897-05-26
dc.descriptionÉ cabivel a appellação em processo executivo fiscal, qualquer que seja o valor da causa; porque excedem sempre a alçada dos juizes seccionaes as questões em que é parte a Fazenda Nacional. O procurador da Republica nas secções é parte legitima para demandar divida fiscal dos Estados ex-vi de contracto pelo qual o Governo Federal tenha tomado a si arrecadar por conta dos Estados os impostos de exportação dos respectivos productos por intermedio das alfandegas. Improcedencia da prescripção extinctiva de um anno, de que trata o art. 666 da Consol. das leis das alfandegas. Intelligencia do art.12 § 3 ult. parte – da lei n. 221 de 20 de Novembro de 1894, e do art. 666 combinado com o art. 537 § 1 da Consol. das leis das Alf.pt_BR
dc.description.abstractÉ cabível a apelação em processo executivo fiscal, qualquer que seja o valor da causa; porque excedem sempre a alçada dos juízes seccionais as questões em que é parte a Fazenda Nacional. O procurador da República nas seções é parte legítima para demandar dívida fiscal dos Estados ex-vi de contrato pelo qual o Governo Federal tenha tomado a si arrecadar por conta dos Estados os impostos de exportação dos respectivos produtos por intermédio das alfândegas. Improcedência da prescrição extintiva de um ano, de que trata o art. 666 da Consol. das leis das alfândegas. Inteligência do art.12 § 3 ult. parte – da lei n. 221 de 20 de novembro de 1894, e do art. 666 combinado com o art. 537 § 1 da Consol. das leis das Alf.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.25, n.74, p. 209-210, 1897.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CIVEL_262
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/9608
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectImposto
dc.subjectExportação
dc.subjectBrasil. [Nova Consolidação das Leis das Alfândegas e Mesas de Rendas da República (1894)] Art 00666
dc.subjectBrasil. Lei n. 221, de 20 de novembro de 1894 Art 00012 Par 01
dc.titleAPELACAO CIVEL_262pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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