RECURSO EXTRAORDINARIO_572

dc.contributor.authorLessa, Pedro Augusto Carneiro
dc.contributor.authorCarvalho e Barros (recorrentes); Cyriaco Alves Muniz (recorrido)
dc.date.accessioned2026-03-16T20:34:27Z
dc.date.available2026-03-16T20:34:27Z
dc.date.issued1910-11-30
dc.descriptionÉ regra de direito, acceita pela nossa legislação, que, sendo alguem incumbido por outrem de prestar um serviço cujo valor não foi fixado previamente, tem o devedor a obrigação de pagar a quantia que se determinar por arbitramento. Tal regra, que é de direito substantivo, applica-se aos honorarios de advogado visto não poder legislar validamente a respeito o regimento de custas de 1874, que é mero acto do Poder Executivo.pt_BR
dc.description.abstractÉ regra de direito, aceita pela nossa legislação, que, sendo alguém incumbido por outrem de prestar um serviço cujo valor não foi fixado previamente, tem o devedor a obrigação de pagar a quantia que se determinar por arbitramento. Tal regra, que é de direito substantivo, aplica-se aos honorários de advogado visto não poder legislar validamente a respeito o regimento de custas de 1874, que é mero ato do Poder Executivo.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.40, n.118, p. 528-530, 1912.pt_BR
dc.identifier.otherRECURSO EXTRAORDINARIO_572
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/13707
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titleRECURSO EXTRAORDINARIO_572pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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