RECURSO CRIME_1707
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | A justiça, por seu promotor (recorrente); O Visconde de Wildick e Francisco Brandão de Castro, consul geral e tesoureiro do Consulado Português da Corte (recorridos) | |
| dc.contributor.other | Ministros participantes: Olegario Herculano D'Aquino e Castro (presidente); João José de Andrade Pinto; Carneiro de Campos; Barros Pimentel | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-17T21:12:09Z | |
| dc.date.available | 2023-07-17T21:12:09Z | |
| dc.date.issued | 1885-11-06 | |
| dc.description | O crime de roubo não pôde ser commettido pelo proprio que tem em sua guarda o objecto que se diz roubado; lnconpetencia dos tribunaes do Imperio para procederem criminalmente contra um consul estrangeiro, denunciado por haver subtraido sommas de dinheiro, depositadas nos cofres do consulado, simulando para esse fim um arrambamento. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O crime de roubo não pode ser cometido pelo próprio que tem em sua guarda o objeto que se diz roubado; incompetência dos tribunais do Império para procederem criminalmente contra um cônsul estrangeiro, denunciado por haver subtraído somas de dinheiro, depositadas nos cofres do consulado, simulando para esse fim um arrombamento. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.14, n.39, p. 244-282, 1886. | pt_BR |
| dc.identifier.other | RECURSO CRIME_1707 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5429 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal de Justiça | pt_BR |
| dc.subject | roubo | pt_BR |
| dc.subject | Consulado | pt_BR |
| dc.subject | Portugal | pt_BR |
| dc.subject | Investigação criminal | pt_BR |
| dc.title | RECURSO CRIME_1707 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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