RECURSO CRIME_1876

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorA justiça, por seu promotor (recorrente); José Teixeira da Cunha (recorrido)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Joaquim Francisco de Faria (presidente); Eduardo Pindahiba de Mattos; José Alves de Azevedo Magalhães; Tito A. P. de Mattos.
dc.date.accessioned2023-11-16T13:38:53Z
dc.date.available2023-11-16T13:38:53Z
dc.date.issued1887-03-04
dc.descriptionSe dos autos não resultar a prova do facto incriminado deve o juiz julgar improcedente a denuncia, e não declarar nullo o processo que correu regularmente. O crime de damno, quer pelo codigo criminaI, quer pela lei n. 3311 de 15 de outubro de 1886 é sempre da alçada do jury.pt_BR
dc.description.abstractSe dos autos não resultar a prova do fato incriminado deve o juiz julgar improcedente a denúncia, e não declarar nulo o processo que correu regularmente. O crime de dano, quer pelo código criminal, quer pela Lei n. 3311 de 15 de outubro de 1886 é sempre da alçada do júri.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.15, n.43, p. 139-140, 1887.pt_BR
dc.identifier.otherRECURSO CRIME_1876
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5794
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectDanopt_BR
dc.subjectProvapt_BR
dc.subjectAutospt_BR
dc.subjectDenúnciapt_BR
dc.subjectBrasil. Lei n. 3.311, de 15 de outubro de 1886pt_BR
dc.titleRECURSO CRIME_1876pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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