FALENCIA_1883_04_17

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorA justiça (autora); Francisco da Costa Guimarães e Joaquim Rodrigues de Moraes Goyano (réus)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Antonio Luiz Ferreira Tinoco
dc.date.accessioned2022-10-06T01:59:02Z
dc.date.available2022-10-06T01:59:02Z
dc.date.issued1883-04-17
dc.descriptionO juiz que tem de julgar o réo pronunciado em quebra culposa ou fraudulenta, póde conhecer da questão de saber si elle é, ou não, commerciante; e, se não reputar provada a qualidade de commerciante, decretar a improcedencia do processopt_BR
dc.description.abstractO juiz que tem de julgar o réu pronunciado em quebra culposa ou fraudulenta, pode conhecer da questão de saber se ele é, ou não, comerciante; e, se não reputar provada a qualidade de comerciante, decretar a improcedência do processopt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.11, n.30, 1883, p. 52-60pt_BR
dc.identifier.issnFALENCIA_1883_04_17
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/4571
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectFalência fraudulentapt_BR
dc.subjectMassa falidapt_BR
dc.subjectBrasil. Código comercial (1850) Art 00800 Par 01 Par 02 Par 03, Art 00803 Par 01pt_BR
dc.subjectBrasil. Código criminal (1830) Art 00035, Art 00263pt_BR
dc.titleFALENCIA_1883_04_17pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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