REVISTA CRIME_2657

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorSerafim de Campos Ramos (recorrente); A justiça (recorrida)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Visconde de Sabará (presidente); José Antonio de Magalhães Castro; José Antonio de Magalhães Castro; Olegario Herculano D'Aquino e Castro; Luiz José de Sampaio; Joaquim Francisco de Faria; Adriano José Leal (filho); Ignácio José de Mendonça Uchôa; Luiz Correa de Queiroz Barros; Antonio de Souza Mendes; João Antonio de Araujo Freitas Henriques (vencido. Votei pela concessão...)
dc.date.accessioned2024-08-19T18:52:55Z
dc.date.available2024-08-19T18:52:55Z
dc.date.issued1889-05
dc.descriptionAggravo no auto do processo em questões criminaes. Sendo o réo maior de 60 annos, e havendo o jury reconhecido aggravantes por simples maioria e nenhuma attenuante, a pena deve ser applicada no médio e não no minimo. Não ha nullidade em que o desembargador, juiz do feito, sirva ulteriormente no mesmo como promotor da justiça.pt_BR
dc.description.abstractAgravo no auto do processo em questões criminais. Sendo o réu maior de 60 anos, e havendo o júri reconhecido agravantes por simples maioria e nenhuma atenuante, a pena deve ser aplicada no médio e não no mínimo. Não há nulidade em que o desembargador, juiz do feito, sirva ulteriormente no mesmo como promotor da justiça.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.17, n.49, p. 504-511, 1889.pt_BR
dc.identifier.otherREVISTA CRIME_2657
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/6647
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectAgravopt_BR
dc.subjectProcessopt_BR
dc.subjectRéupt_BR
dc.subjectJúript_BR
dc.subjectPenapt_BR
dc.subjectNulidadept_BR
dc.subjectJuizpt_BR
dc.titleREVISTA CRIME_2657pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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