RECURSO CRIME_1881

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorHenry Clostre (recorrente); José Antonio da Silva Guimarães (recorrido)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Joaquim Francisco de Faria (presidente); Tito de Mattos; Faria Lemos; Tosta
dc.date.accessioned2023-11-16T13:26:24Z
dc.date.available2023-11-16T13:26:24Z
dc.date.issued1887-03-22
dc.descriptionDeve ser pronunciado no art. 6º, § 4ºda lei de 23 de outubro de 1875, o indivíduo que vende ou expõe á venda productos revestidos de marca contrafeita, ainda que na queixa não se diga que sabia que o eram. Provado o crime pela apprehensão dos productos, sómente no plenario poderá aproveitar ao réo a presumpção da boa fé.pt_BR
dc.description.abstractDeve ser pronunciado no art. 6º, § 4ºda Lei de 23 de outubro de 1875, o indivíduo que vende ou expõe à venda produtos revestidos de marca contrafeita, ainda que na queixa não se diga que sabia que o eram. Provado o crime pela apreensão dos produtos, somente no plenário poderá aproveitar ao réu a presunção da boa-fé.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.15, n.43, p. 127-139, 1887.pt_BR
dc.identifier.otherRECURSO CRIME_1881
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5793
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectContrafaçãopt_BR
dc.subjectPropriedade intelectualpt_BR
dc.subjectMarca (propriedade intelectual)pt_BR
dc.subjectPresunçãopt_BR
dc.subjectBoa-fépt_BR
dc.subjectBrasil. Decreto do poder legislativo n. 2.682, de 23 de outubro de 1875 Art 00006 Par 04pt_BR
dc.titleRECURSO CRIME_1881pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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