APELACAO CRIMINAL_1893_09_02

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorHermenegildo Rodrigues de Mello (apelante); A justiça (apelada)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Rocha Lins (presidente); Jorge (vencido quanto à 3ª nulidade...); Adalberto Figueiredo; Amorim Lima (dei provimento à apelação...); França (fui presente); João da Silva Rego Mello
dc.date.accessioned2025-09-23T18:57:37Z
dc.date.available2025-09-23T18:57:37Z
dc.date.issued1893-09-02
dc.descriptionNullidade do julgamento pelo Jury: 1. Por não ter o presidente do Jury formulado os dois quesitos relativos ás hypotheses do art. 295 § 1º do Codigo penal; 2. Por manifesta contradiccão entre as duas circumstancias reconhecidas pelo Jury – aggravante do motivo frivolo e attenuante da legitima defesa; 3. Por não ter o presidente do Jury lido o art. 42 do Codigo Penal antes de submetter á votação o quesito geral sobre circumstancias attenuantes.pt_BR
dc.description.abstractNulidade do julgamento pelo Júri: 1. Por não ter o presidente do Júri formulado os dois quesitos relativos às hipóteses do art. 295 § 1º do Código penal; 2. Por manifesta contradição entre as duas circunstâncias reconhecidas pelo Júri – agravante do motivo frívolo e atenuante da legítima defesa; 3. Por não ter o presidente do Júri lido o art. 42 do Código Penal antes de submeter à votação o quesito geral sobre circunstâncias atenuantes.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.22, n.63, p. 51-53, 1894.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CRIMINAL_1893_09_02
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/8774
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectNulidade
dc.subjectJúri
dc.titleAPELACAO CRIMINAL_1893_09_02pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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