REVISTA CRIME_2562_2

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorJosé Fortunato de Souza (recorrente); Justiça (recorrida)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Joaquim Pedro Villaça (presidente); Furtado; Pinheiro e Prado; A. Brito; P. Fleury; Marcos Antonio.
dc.date.accessioned2023-10-03T15:22:53Z
dc.date.available2023-10-03T15:22:53Z
dc.date.issued1886-11-26
dc.descriptionO defeito da escripturação de uma casa commercial não póde, por si só, determinar· a classificação da quebra como fraudulenta. Nullo não é o julgamento por officiar um juiz substituto sem que conste do processo o impedimento legal do juiz competente.pt_BR
dc.description.abstractO defeito da escrituração de uma casa comercial não pode, por si só, determinar· a classificação da quebra como fraudulenta. Nulo não é o julgamento por oficiar um juiz substituto sem que conste do processo o impedimento legal do juiz competente.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.15, n.42, p. 14-15, 1887.pt_BR
dc.identifier.otherREVISTA CRIME_2562_2
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5657
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectEscriturapt_BR
dc.subjectComérciopt_BR
dc.subjectJulgamento - nulidadept_BR
dc.subjectJuiz substitutopt_BR
dc.subjectImpedimentopt_BR
dc.titleREVISTA CRIME_2562_2pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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