RECURSO CRIME_1898_10_18
| dc.contributor.author | França, J. M. | |
| dc.contributor.author | Tenente-Coronel Emiliano Gonçalves Frajardo (recorrente); Gregorio Henrique do Amarante (recorrido) | |
| dc.contributor.other | Ministros participantes: J. M. França (relator) (presidente); B. de Souza (votei contra os embargos...); T. de Loureiro (vencido não conheci. Em sessão...); | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-23T18:22:55Z | |
| dc.date.available | 2026-09-23T18:22:55Z | |
| dc.date.issued | 1898-10-18 | |
| dc.description | O favor conferido ao eleitor pela lei do Estado de Matto Grosso, n. 34 de 7 de Junho de 1893, de não poder ser preso um mez antes ou depois da eleição, salvo flagrante em crime inafiançavel, não o isenta, quando pronunciado e queira interpor o competente recurso, da obrigação de prestar fiança. Recurso não deve ficar prejudicado por falta, erro ou omissão do Juizo, ou de quem quer que seja. A censura feita ás autoridades e funccionarios publicos de qualquer categoria, em termos habeis e genericos, não póde ser considerada um crime, tanto mais facultando as nossas leis liberdade de pensamento e direito de critica, desde que o exercicio desse direito não prejudique direito de terceiros. Para dar-se o crime de calumnia é necessário que se impute falsamente e com dolo a pessoa ou pessoas certas e determinadas, facto por lei qualificado criminoso. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O favor conferido ao eleitor pela lei do Estado de Mato Grosso, n. 34 de 7 de junho de 1893, de não poder ser preso um mês antes ou depois da eleição, salvo flagrante em crime inafiançável, não o isenta, quando pronunciado e queira interpor o competente recurso, da obrigação de prestar fiança. Recurso não deve ficar prejudicado por falta, erro ou omissão do Juízo, ou de quem quer que seja. A censura feita às autoridades e funcionários públicos de qualquer categoria, em termos hábeis e genéricos, não pode ser considerada um crime, tanto mais facultando as nossas leis liberdade de pensamento e direito de crítica, desde que o exercício desse direito não prejudique direito de terceiros. Para dar-se o crime de calúnia é necessário que se impute falsamente e com dolo a pessoa ou pessoas certas e determinadas, fato por lei qualificado criminoso. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.27, n.78, p. 418-422, 1899. | pt_BR |
| dc.identifier.other | RECURSO CRIME_1898_10_18 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/14918 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.subject | Eleição | |
| dc.subject | Flagrante | |
| dc.subject | Crime inafiançável | |
| dc.subject | Fiança | |
| dc.subject | Mato Grosso. Lei n. 34, de 7 de junho de 1893 | |
| dc.title | RECURSO CRIME_1898_10_18 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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