REVISTA CIVEL_8777_2

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorJosé Lourenço da Silva Bastos e sua mulher (recorrente); Pedro Rodrigues de Carvalho, por si e como tutor de seus filhos menores (recorrido)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Araujo Góes (presidente); Barbosa de Almeida; Rebello; Amorim Filgueiras
dc.date.accessioned2020-06-25T18:44:27Z
dc.date.available2020-06-25T18:44:27Z
dc.date.issued1876-06-02
dc.description1. No casamento in extremis basta a copula anterior para se dê a communhão de bens; 2. Escriptura pela qual se dota alguem declarando ser seu filho é instrumento habil para que o dotado possa pedir a herança do instante, como se fora filho natural legalmente reconhecidopt_BR
dc.description.abstract1. No casamento in extremis basta a copula anterior para se dê a comunhão de bens; 2. Escritura pela qual se dota alguém declarando ser seu filho é instrumento hábil para que o dotado possa pedir a herança do instante, como se fora filho natural legalmente reconhecidopt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.4, n.10, 1876, p. 575-577pt_BR
dc.identifier.issnREVISTA CIVEL_8777_2
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/2315
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectEscritura públicapt_BR
dc.subjectHerançapt_BR
dc.subjectFilho naturalpt_BR
dc.subjectComunhão de benspt_BR
dc.titleREVISTA CIVEL_8777_2pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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