ACAO EXECUTIVA_1879_07_26

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorPaulino José Vieira (apelante); O escrivão de paz, Antonio Duarte de Oliveira (apelado)
dc.contributor.otherMinistro participante: Mileno de Torres Bandeira
dc.date.accessioned2024-04-23T15:32:26Z
dc.date.available2024-04-23T15:32:26Z
dc.date.issued1879-07-26
dc.descriptionO juiz de paz não póde processar a acção executiva por salarios dos empregados de justiça, ella é da competencia do juiz municipal ou do contencioso judiciario, sendo o pedido de qualquer valor. (Art. 33 do decreto n. 5467 de 12 de novembro de 1873.) A penhora deve ser feita depois da sentença, que condemnou nas custas, havendo-a, ter passado em julgado, e dentro de cinco dias da expedição do mandado.pt_BR
dc.description.abstractO juiz de paz não pode processar a ação executiva por salários dos empregados de justiça, ela é da competência do juiz municipal ou do contencioso judiciário, sendo o pedido de qualquer valor (Art. 33 do decreto n. 5467 de 12 de novembro de 1873). A penhora deve ser feita depois da sentença, que condenou nas custas, havendo-a, ter passado em julgado, e dentro de cinco dias da expedição do mandado.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.16, n.45, 208- 211, 1888pt_BR
dc.identifier.issnACAO EXECUTIVA_1879_07_26
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/5991
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectJuiz de pazpt_BR
dc.subjectSaláriopt_BR
dc.subjectEmpregadopt_BR
dc.subjectJuiz municipalpt_BR
dc.subjectPenhorapt_BR
dc.subjectSentençapt_BR
dc.titleACAO EXECUTIVA_1879_07_26pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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