APELACAO CRIMINAL_1899_11_10

dc.contributor.authorBraulio
dc.contributor.authorO Juiz de Direito (recorrente); Simpliciano José de Novaes (recorrido)
dc.date.accessioned2025-11-27T19:34:59Z
dc.date.available2025-11-27T19:34:59Z
dc.date.issued1899-11-10
dc.descriptionConstitue nullidade do julgamento ter sido passado a rogo do réu o recibo do Iibello, sem assignatura de duas testemunhas. O Promotor póde affastar-se da pronuncia e Iibellar como incurso nas penas do art. 294, § 1º do Cod. Penal, o réu que foi pronunciado como incurso nas penas do § 2º do mesmo artigo.pt_BR
dc.description.abstractConstitui nulidade do julgamento ter sido passado a rogo do réu o recibo do libelo, sem assinatura de duas testemunhas. O Promotor pode afastar-se da pronúncia e libelar como incurso nas penas do art. 294, § 1º do Cód. Penal, o réu que foi pronunciado como incurso nas penas do § 2º do mesmo artigo.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.29, n.86, p. 130-133, 1901.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CRIMINAL_1899_11_10
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/10727
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titleAPELACAO CRIMINAL_1899_11_10pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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