HABEAS CORPUS_1910_07_04
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | Dr. José Domingues Rache (paciente) | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-05T19:05:34Z | |
| dc.date.available | 2026-03-05T19:05:34Z | |
| dc.date.issued | 1910-07-04 | |
| dc.description | A decisão que nega um habeas-corpus não constitue cousa julgada. A prohibição da entrada de um cidadão, em determinada repartição publica, só deve ser decretada, quando exista disposição expressa autorisando a prohibição alludida e quando esta seja justificada pelo máo comportamento do sujeito passivo da penalidade. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A decisão que nega um habeas corpus não constitui coisa julgada. A proibição da entrada de um cidadão, em determinada repartição pública, só deve ser decretada, quando exista disposição expressa autorizando a proibição aludida e quando esta seja justificada pelo mau comportamento do sujeito passivo da penalidade. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.38, n.113, p. 427-431, 1910. | pt_BR |
| dc.identifier.other | HABEAS CORPUS_1910_07_04 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/13327 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.title | HABEAS CORPUS_1910_07_04 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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