AGRAVO DE PETICAO_1875_11_12

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorManoel Maria Modesto Góes de Lacerda (agravante); João Antonio Gonçalves Barbosa (agravado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Manoel José de Freitas Travassos (presidente); Luiz Carlos de Paiva Teixeira; Azevedo
dc.date.accessioned2020-03-26T20:10:50Z
dc.date.available2020-03-26T20:10:50Z
dc.date.issued1875-11-12
dc.description1. Advogado que injuria em cotas marginaes, escriptas por si, ou por outrem, incurre nas penas do art. 241 do Cod. Penal; 2. Da decisão que condemna o Advogado nessa conformidade não cabe appellação nem agravopt_BR
dc.description.abstract1. Advogado que injuria em cotas marginais, escritas por si, ou por outrem, incorre nas penas do art. 241 do Cod. Penal; 2. Da decisão que condena o advogado nessa conformidade não cabe apelação nem agravopt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.4, n.9, 1876, p. 101-102pt_BR
dc.identifier.issnAGRAVO DE PETICAO_1875_11_12
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/2137
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectAdvogadopt_BR
dc.subjectCalúniapt_BR
dc.subjectInjúriapt_BR
dc.subjectApelaçãopt_BR
dc.subjectBrasil. Código criminal (1830) Art 00241pt_BR
dc.titleAGRAVO DE PETICAO_1875_11_12pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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