APELACAO CIVIL_1893_02_11

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorJoão Pedro Coelho (apelante); Antenor Pereira Carvalhaes (apelado)
dc.contributor.otherMinistros participantes: João Braulio (presidente); Augusto Olintho; Fernandes Torres (vencido); Ferreira Tinoco
dc.date.accessioned2025-10-03T19:30:55Z
dc.date.available2025-10-03T19:30:55Z
dc.date.issued1893-02-11
dc.descriptionOs menores não pódem validamente contractar sem autorização de seu tutor. Quando o menor attinge a maioridade póde ratificar a obrigação contrahida naquelle tempo. Meios e lapso de tempo para fazer-se esta rectiticação. Casos em que mesmo sem autorisação do tutor é valido o contrato feito pelo menor.pt_BR
dc.description.abstractOs menores não podem validamente contratar sem autorização de seu tutor. Quando o menor atinge a maioridade pode ratificar a obrigação contraída naquele tempo. Meios e lapso de tempo para fazer-se esta retificação. Casos em que mesmo sem autorização do tutor é válido o contrato feito pelo menor.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.23, n.66, p. 512-515, 1895.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CIVIL_1893_02_11
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/9040
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectMenor
dc.subjectTutor
dc.titleAPELACAO CIVIL_1893_02_11pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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