APELACAO COMERCIAL_1719

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorClaudio Marcolino da Silveira Bueno (apelante); Bento Vianna & Barros (apelados)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Fleury (presidente); Furtado; P. e Prado; Ermelino Leão
dc.date.accessioned2024-12-02T17:58:01Z
dc.date.available2024-12-02T17:58:01Z
dc.date.issued1890-03-14
dc.descriptionO furto, ainda mesmo provado, praticado por empregado ou caixeiro do vendedor não póde ser por este invocado como caso fortuito ou força maior para desobrigal-o da entrega da cousa posta á disposição do comprador, pago o preço ou feito o pagamento do preço correspondente. Intelligencia dos arts. 75 e 78 do Codigo Commercial.pt_BR
dc.description.abstractO furto, ainda mesmo provado, praticado por empregado ou caixeiro do vendedor não pode ser por este invocado como caso fortuito ou força maior para desobrigá-lo da entrega da coisa posta à disposição do comprador, pago o preço ou feito o pagamento do preço correspondente. Inteligência dos arts. 75 e 78 do Código Comercial.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.18, n.53, p. 250-252, 1890.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO COMERCIAL_1719
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/7372
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectFurtopt_BR
dc.subjectCompradorpt_BR
dc.subjectPreçopt_BR
dc.subjectPagamentopt_BR
dc.subjectLei n. 556, de 25 de junho de 1850 (Código Comercial), arts. 75 e 78pt_BR
dc.titleAPELACAO COMERCIAL_1719pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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