APELACAO CRIME_1510

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorLuiz José de Carvalho, por seu curador (apelante); Justiça (apelada)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Luiz Gonzaga de Brito Guerra (Barão de Assu) (presidente); J. A. de P. Fleury; Frederico Augusto; Alves de Brito; Custodio Manoel da Silva Guimarães; Gama e Mello
dc.date.accessioned2023-03-13T22:17:52Z
dc.date.available2023-03-13T22:17:52Z
dc.date.issued1884-02-29
dc.descriptionReconhecendo o jury que o réo é menor, de 17 annos, não póde o juiz de direito applicar a pena de complicidade no maximo, porque a menoridade é sempre circumstancia attenuante nos termos do art. 18 § 10 do Codigo Criminalpt_BR
dc.description.abstractReconhecendo o júri que o réu é menor, de 17 anos, não pode o juiz de direito aplicar a pena de cumplicidade no máximo, porque a menoridade é sempre circunstância atenuante nos termos do art. 18 § 10 do Código Criminalpt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.12, n.34, 1884, p. 531-533pt_BR
dc.identifier.issnAPELACAO CRIME_1510
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/4891
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectCrimept_BR
dc.subjectCumplicidadept_BR
dc.subjectCircunstância atenuantept_BR
dc.subjectMenoridadept_BR
dc.subjectAplicação da penapt_BR
dc.subjectBrasil. Código criminal (1830) Art 00018 Par 10, Art 00045 Par 2, Art 00193pt_BR
dc.titleAPELACAO CRIME_1510pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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