APELACAO COMERCIAL_1894_03_09

dc.contributor.authorJorge
dc.contributor.authorDuarte Costa & C. (apelantes); D. Amelia Martins Zanotti (apelada)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Rocha Lins (presidente); Jorge (relator); Adalberto Figueiredo; Amorim Lima (vencido quanto a preliminar: entendo ser...); Faro Mendonça; J. Silva Rego Mello (fui presente)
dc.date.accessioned2025-09-25T19:43:40Z
dc.date.available2025-09-25T19:43:40Z
dc.date.issued1894-03-09
dc.descriptionAs contas correntes so fazem prova quando assignadas por negociante, e não por viuva herdeira do mesmo, embora esta, como interessada, reconheça o debito. No caso supra a prova testemunhal só yale como subsidiaria.pt_BR
dc.description.abstractAs contas correntes só fazem prova quando assinadas por negociante, e não por viúva herdeira do mesmo, embora esta, como interessada, reconheça o débito. No caso supra a prova testemunhal só vale como subsidiária.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.22, n.64, p. 186-191, 1894.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO COMERCIAL_1894_03_09
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/8874
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectConta corrente
dc.subjectViúva
dc.subjectProva testemunhal
dc.titleAPELACAO COMERCIAL_1894_03_09pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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