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    • INVENTARIO_1892_09_10 

      Relator não designado; Apolinaria Coimbra Meyer (inventariante); Ismael Meyer (inventariado) (Supremo Tribunal Federal, 1892-09-10)
      Havendo curador ad-titem dado no inventario aos menores herdeiros, é excursada a nomeação de um tutor ad-hoc, pois as funções deste são em tudo exatamente as mesmas que incumbem ao curador ad-litem, que deve ser dado aos ...
    • ESPOLIO DE AUSENTE_1894_02_28 

      Relator não designado; Antonio Alves (ausente) (Supremo Tribunal Federal, 1894-02-28)
      Não assentam em princípios constitucionais que, aliás, contrariam os decretos fenderas ns. 173 B de 10 de setembro e 1.562 de 10 de outubro de 1893, que estabelecem a intervenção da Justiça federal nas arrecadações locais ...
    • RECURSO DE HABEAS CORPUS_722 

      Relator não designado; O advogado Dr. Joaquim Pereira Ferreira em favor de Sylvio Sanzone (recorrente); O Conselho Supremo da Côrte de apelação do Distrito Federal (recorrido) (Supremo Tribunal Federal, 1894-12-19)
      DETENÇÃO PESSOAL. – Habeas Corpus. – Da detenção pessoal cabe o recurso de habeas corpus, independente dos meios ordinários de defesa, ainda que o paciente não tenha usado do recurso de agravo no juízo civil ou comercial ...
    • HABEAS CORPUS_787 

      Relator não designado; Tranquillo Ballatori e José Ballatori (pacientes) (Supremo Tribunal Federal, 1895-06-11)
    • ACAO CIVEL_1896_04_25 

      Relator não designado; Manoel Nunes da Silva (autor); Benta Bandeira da Conceição e outros (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-25)
      Não havendo nulidade de pleno direito, uma escritura publica não pode deixar de produzir todos os seus jurídicos efeitos enquanto não for a nulidade ou falsidade dela promovida por meio de ação rescisória, na forma do 1 ...
    • APELACAO CRIME_1896_05_01 

      Relator não designado; Julio dos Santos Ferreira (apelante); João Cardoso Valença (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1896-05-01)
      Não é calúnia a imputação verdadeira de fatos não criminosos. Na espécie de que se trata não há o crime definido no art. art. 315, nem o do art. 264 do Cód. Penal.
    • HABEAS CORPUS_1003 

      Relator não designado; Joaquim José Fernandes (paciente) (Supremo Tribunal Federal, 1896-05-26)
      DEPÓSITO – Habeas corpus – Cabe habeas corpus de prisão ordenada por falta da entrega do depósito, antes mesmo de usar o paciente do recurso de agravo e dos meios ordinários de defesa.
    • ACAO DE MANUTENCAO DE POSSE_1896_05_30 

      Relator não designado; O Dr. Henrique Angusto de Albuquerque Milet e sua mulher (autores); A Fazenda Nacional (ré) (Supremo Tribunal Federal, 1896-05-30)
      Os limites de uma posse, importando, como ela, numa questão de fato, podem ser provados por todos os meios admitidos em direito. Os terrenos em redor das fortalezas, na distância de quinze braças, fora da estrada coberta, ...
    • APELACAO CRIME_1896_11_13 

      Relator não designado; A Justiça por seu promotor (apelante); Manoel Constantino (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1896-11-13)
      Nulidade do processo: por não ter sido o interrogatório assignado pelo réu; 2° por não terem sido os quesitos formulados com os termos legais, motivando isso respostas contraditórias. Declara-se ao juiz de direito ser ...
    • APELACAO CRIME_1896_11_14 

      Relator não designado; Adolpho Alvares de Oliveira (apelante); A Justiça Pública (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1896-11-14)
      É procedente a suspeição voluntária do promotor da Justiça, que, depois de haver apresentado denúncia contra um indivíduo, declara que, posteriormente à denúncia, por fatos e circunstâncias supervenientes, tem motivo de ...
    • RECURSO CRIME_1897_01_27 

      Relator não designado; O Juízo (recorrente); João Baptista de Ulhôa (recorrido) (Supremo Tribunal Federal, 1897-01-27)
      São elementos essenciais do crime de peita: a qualidade de oficial público, o ato em que se encarna a peita como pertencente ao ofício, e um interesse, retribuição dada ou prometida, como causa motora. Indícios que não ...
    • CONCORDATA EM LIQUIDACAO FORCADA_1897_02_05 

      Relator não designado; Os credores da Companhia Geral de Estrada de Ferro do Brazil (reclamantes) contra Companhia Estrada de Ferro Leopoldina (liquidante e cessionária) (Supremo Tribunal Federal, 1897-02-05)
      Em virtude de concordata feita por uma companhia cedendo a uma outra o seu ativo e ficando a cessionária obrigada a pagar aos credores daquela, em rateio, o que lhes era devido, cabe a este cumprir simplesmente o mandato ...
    • APELACAO COMERCIAL_1897_04_10 

      Relator não designado; Damazo Ribeiro Nogueira (apelante); Manuel Martins Pereira Cruz (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1897-04-10)
      A participação nos lucros de uma sociedade comercial, concedida a um empregado ou preposto, não importa constituição de sociedade de capital e indústria. O ato do sócio gerente concedendo lucros ou interesse ao preposto ...
    • ACAO DE DIVORCIO_1897_04_19 

      Relator não designado; D. Mauricia da Conceição Fróes (autora); Octaviano de Souza Franco (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1897-04-19)
      A decretação judicial do divórcio pressupõe a existência do casamento validamente contraído. A alegação de nulidade do casamento pode ser admitida como reconvenção ou exceção para o efeito de excluir o divórcio. Na apreciação ...
    • APELACAO CRIME_283 

      Relator não designado; Luiz Arango (apelante); A Justiça Publica (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1897-04-28)
      Constitui nulidade a apresentação de documentos contra o réu na sessão do Julgamento deste pelo Júri; essa apresentação só pode ter lugar com antecedência de três dias, no mínimo ao do julgamento. Inteligência do art. 255 ...
    • ACAO ORDINARIA COMERCIAL_1897_06_09 

      Relator não designado; A Companhia Recifense de Panificação (autora); Ayres Ferreira da Cruz (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1897-06-09)
      As contas comerciais só servem de prova em Juízo, quando escritas ou assinadas pelas partes contra as quais se produzem – Conta corrente que não está assinada pelo devedor não é título líquido. Os livros dos comerciantes, ...
    • APELACAO CRIME_1897_07_17 

      Relator não designado; Antonio Felix Paschoal (apelante); Bernardino Pucci (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1897-07-17)
      A concessão de licença para ser dada queixa por procurador, limitando-se o requerente a alegar que não o podia fazer pessoalmente, sem indicar o impedimento e sem dar prova alguma, constituem apenas uma irregularidade e ...
    • ACAO DE DIVORCIO_1897_08_06 

      Relator não designado; Theophanes Maia Gil Monteiro (autora); Alpheu Rodrigues Monteiro (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1897-08-06)
      Causas determinantes do divórcio perpetuo. Competência do juízo em tais ações.
    • APELACAO CRIME_1897_12_22 

      Relator não designado; Francisco Tavares de Oliveira (apelante); A Justiça (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1897-12-22)
      É inconstitucional a Lei n. 109 A de 30 de setembro de 1892, do Estado de S. Paulo, que declara admissível a denúncia do Ministério Público nos crimes de dano e furto, ainda que não haja prisão em flagrante.
    • REVISAO CRIME_133 

      Relator não designado; João Ferreira dos Santos (peticionário) (Supremo Tribunal Federal, 1898-04-27)
      É negado provimento ao recurso de revisão, posto que tivesse o quesito de defesa sido formulado nos seguintes termos: Se o réu no ato de cometer o crime achava-se em estado de completa privação de sentidos e inteligência, ...