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    • ACAO COMERCIAL_1892_09_29 

      Relator não designado; Rocha Brochado & C. (autor); Malaquias da Silva Rocha (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1892-09-29)
      Não existindo contrato, fatura, minutas de contratos e transações, não se pode dizer existir prova contra o devedor. A revelia nada importa desde que o autor não conseguiu provar a dívida.
    • ACAO DE DEZ DIAS_1893_08_24 

      Relator não designado; Comendador Cupertino de Guimarães Bastos (autor); Coronel Nicolau Alves da Silva (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1893-08-24)
      Prescrição comercial. Os remédios usuais do Direito Civil, e nomeadamente o pedido de espera, não são admissíveis para interrupção da prescrição em face do art. 453 do Cód. do Comércio.
    • ACAO DE ESBULHO_1891_11_05 

      Relator não designado; Raymundo da Ponte e Souza e outros (autores); Manoel Jorge Monteiro da Silva e outros (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1891-11-05)
      O arrendatário, o enfiteuta e o credor pignoratício são possuidores, não para o efeito da prescrição aquisitiva, ou usucapião, mas somente para invocar os interditos possessórios. Na ação de força nova espoliativa, ou ...
    • ACAO DE NUNCIACAO DE OBRA_1893_11_03 

      Relator não designado; Joaquim Ribeiro Oliveira e Silva e sua mulher (autores nunciantes); João Innocencio de Faria Alvim e sua mulher, e Francisco Florentino da Silva e sua mulher (réus nunciados) (Supremo Tribunal Federal, 1893-11-03)
    • ACAO DE REIVINDICAÇÃO_1893_04_14 

      Relator não designado; Balbina Maria Vieira (autora); João Gonçalves Presencio e sua mulher (réus) (Supremo Tribunal Federal, 1893-04-14)
      A autorização judicial concedida à mulher casada na ausência do marido para alienação de bens imóveis do casal é restrita ao ato e não a habilita para estar em juízo e propor ação de reivindicação. A transmissão do imóvel ...
    • ACAO PENAL_1893_10_10 

      Relator não designado; Ermelino Rodrigues de Oliveira (requerente) (Supremo Tribunal Federal, 1893-10-10)
      Prescrição no crime – Pode ter lugar o seu julgamento a requerimento do delinquente, independente de recolher-se à prisão.
    • AGRAVO COMERCIAL_1893_05_24_6 

      Mafra, Silva; Conde de Caetano Pinto (agravante); Foul Fréres & C. (agravados) (Supremo Tribunal Federal, 1893-05-24)
      Não é caso de agravo a decisão que homologou arbitramento do quanto da fiança às custas. Não se trata na espécie de erro de contas ou custas, e nem a ela se aplica a resolução de 10 de julho de 1850.
    • APELACAO COMERCIAL_1893_03_14 

      Campos, Santos; Henrique da Silveira Martins (apelante); Augusto Manoel Gonçalves (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1893-03-14)
      O inventariante, estranho a sucessão, não pode demandar nem ser demandado por dívidas da mesma sucessão. A prescrição dos títulos civis não é a restrita comercial. Do despacho de recebimento da apelação devem ter ciência ...
    • APELACAO COMERCIAL_1893_06_13 

      Corrêa, Medeiros; Francisco Caetano da Silva (apelante); Domingos Fernandes Guimarães (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1893-06-13)
      Não há encontro de dívida entre sócios comerciantes quando o sócio devedor não vem com a sua reconvenção para dar-se, mediante prova que produzir a compensação nos termos do art. 439 do Código Comercial, e, assim condenado ...
    • APELACAO COMERCIAL_1894_01_29 

      Relator não designado; Companhia União Industrial S. Sebastião (apelante); Banco Rural e Hipotecário (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-01-29)
      A companhia sucessora e cessionária de outra, e que se acha sub-rogada em todos os direitos e obrigações da mesma, é responsável pelo empréstimo hipotecário contraído por esta. O credor pignoratício, provido de cautela ou ...
    • APELACAO COMERCIAL_1894_02_22 

      Santos, Lima; O Barão de Santa Alda (apelante); O Barão de Araujo Ferraz, sócio liquidante da firma Araujo Ferraz & C. (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-02-22)
      Responsabilidade civil solidária dos sócios de uma sociedade em nome coletivo pelos atos criminosos praticados pelo sócio autorizado pelo contrato social a fazer uso da firma. Interpretação do art. 316 do Cód. do Comércio.
    • APELACAO COMERCIAL_1894_02_22_2 

      Relator não designado; Coronel João Affonso Vasques (apelante); Comendador Domingos Theodoro de Azevedo Junior (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-02-22)
      A cessão das ações ao portador consumando-se pela tradição dos títulos, a posse do portador de boa-fé é justo título para ser oposto à reivindicação do verdadeiro proprietário, salvo nos casos de perda ou furto. O penhor ...
    • APELACAO COMERCIAL_1894_03_09 

      Jorge; Duarte Costa & C. (apelantes); D. Amelia Martins Zanotti (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1894-03-09)
      As contas correntes só fazem prova quando assinadas por negociante, e não por viúva herdeira do mesmo, embora esta, como interessada, reconheça o débito. No caso supra a prova testemunhal só vale como subsidiária.
    • APELACAO COMERCIAL_1894_03_29 

      Relator não designado; Sebastião de Pinho e outros (apelantes); João Paulo de Miranda e outros (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1894-03-29)
      Os réus devem ser espontaneamente nomeados pelos autores na petição inicial, não se admitindo que na contestação da ação seja requerida e ordenada pelo juiz preparador a citação de outros e assine-se a estes novo prazo ...
    • APELACAO COMERCIAL_1894_05_28 

      Relator não designado; A Companhia de Seguros Brasil Federal (apelante); O Banco Intermediário do Rio de Janeiro (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-05-28)
      Venda a prazo de títulos de obrigação (debentures) emitidos por companhia anônima. Formação e perfeição do contrato. Garantia que, nesse caso, presta o vendedor. Característico da justa causa do art. 204 do Cód. para que ...
    • APELACAO COMERCIAL_1894_07_20 

      Relator não designado; Antonio Fernandes Soares de Oliveira (apelante); João Constantino Gonçalves (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-07-20)
      A falta de contrafé não nulifica a segunda citação quando o citado a recusou em primeira.
    • APELACAO COMERCIAL_445 

      Relator não designado; João José Campinho (apelante); Companhia Geral de Estradas de Ferro no Brasil (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1894-01-25)
      O penhor constante de letras de terras não se torna efetivo quando o respectivo depósito é feito depois de aberta a liquidação forçada de uma companhia, embora o fosse anteriormente contratado.
    • APELACAO COMERCIAL_55 

      Relator não designado; Companhia de Navegação vapor Pará e Amazonas (apelante); Mello & Comp.ª (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1894-01-17)
      Quem afreta um navio para explorá-lo por conta própria na navegação, com a faculdade de nomear capitão, sujeita-se às obrigações impostas ao locatário pelos arts. 220 e 230 do Código Comercial e portanto responde por todos ...
    • APELACAO COMERCIAL_558 

      Relator não designado; A Companhia de Melhoramentos da Lagoa de Botafogo e outros (apelantes); Antonio Ferreira Butter e outros (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1894-08-30)
      A falta de assinatura dos estatutos de sociedade anônima por todos os subscritores de ações importa nulidade de pleno direito para a constituição da mesma. Os fundadores de uma sociedade anônima são responsáveis pelas ...
    • APELACAO CRIME_1891_05_05 

      Espinola; Marcolino José de Moraes (apelante); Antonio Pereira de Magalhães Junior·, João de Regio e outros (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1891-05-05)
      É nulo o julgamento do júri quando o conselho de sentença volta duas vezes à sala secreta por defeito nas respostas aos quesitos e tais respostas com os respectivos despachos do juiz não constam dos autos.