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    • [ACAO DE LIBERDADE_1883_05_16] 

      Relator não designado; A preta Maria, por seu curador (apelada); Manoel Caetano (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1883-05-16)
      Ainda nas causas de liberdade, ninguém pode ser demandado fora do seu domicílio. Não pode sê-lo o senhor ao lugar onde se acha foragido o escravo. O domicílio do escravo continua a ser o mesmo do senhor, muito embora se ...
    • APELACAO CIVEL_1883_12_18_2 

      Relator não designado; Valencio Augusto Teixeira Leomil e sua mulher (apelantes); Romão José Florindo e outro (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1883-12-18)
      É válido o testamento feito por tabelião interino, nomeado incompetentemente peIo juiz de direito. O erro comum e o costume são parte para a validade dos atos desses funcionários praticados em boa fé. Estrangeiros podem ...
    • APELACAO CIVEL_1885_07_13 

      Relator não designado; Christovão Krentrberg (apelante); Conde de Walleutz (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-07-13)
      Nulidades de uma ação sumaríssima: 1. Não se ter dado ao réu cópia da petição inicial; 2. Não haver nos autos termo de juramento ao intérprete, por este assinado e rubricado pelo juiz; 3. Acharem-se as testemunhas reunidas ...
    • APELACAO COMERCIAL_1884_10_01 

      Não designado; Comendador Albino da Silva Leal (apelante); Joaquim Francisco Ribeiro (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1884-10-11)
      A simulação do endosso de uma letra de terra, de qualquer valor, pode ser provada por presunções, por isso que o engano sempre se faz encobertamente. A presunção legal contra o aceitante de uma letra endossada pode ser ...
    • APELACAO COMERCIAL_1884_11_19 

      Relator não designado; Allan Paterson & C. (apelantes); Bruno Alvaro Barbosa da Silva (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1884-11-19)
      O portador da letra que pede o respectivo pagamento no juízo do inventário, pelo que na partilha julgada por sentença são-lhe adjudicados bens correspondentes ao valor da letra, conserva o direito de acionar o fiador da ...
    • APELACAO COMERCIAL_4759 

      Relator não designado; Bernardino Vaz da Silva (apelante); Joaquim Alves Corrêa (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-07-03)
      O prazo para apresentação, na relação da corte, da apelação interposta nas comarcas da província do Rio de Janeiro é de 3 meses; visto que a relação da corte está situada na província do Rio de Janeiro
    • APELACAO CRIME_1564 

      Relator não designado; Manoel Augusto de Castro Rocha e outro, por seu curador (apelante); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-06-12)
      É inibido de funcionar como procurador da coroa o desembargador que foi juiz no processo. Nos casos de protesto por novo julgamento e de apelação oficial não pode o novo júri à que o réu tiver de responder ser presidido ...
    • APELACAO CRIME_1681 

      Relator não designado; O juízo e Marcellino Gonçalves de Andrade (apelantes); Marcellino Gonçalves de Andrade e o juízo (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-02-16)
      É nulo o julgamento em que foi admitido o acusador particular a tornar parte na organização do júri de sentença, sem que se tivesse habilitado para isso dando queixa e apresentando o libelo
    • APELACAO CRIME_1688_2 

      Relator não designado; O juízo (apelante); Izaias, filho de Francisco Albano (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-03-20)
      Cabe ao júri e não ao juízo formador da culpa, nos crimes cometidos por menores, decidir se estes obrarão ou não com discernimento
    • APELACAO CRIME_1690 

      Não designado; O juízo (apelante); Antonio Manoel da Fonseca Lima (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-05-08)
      Comete o crime previsto na 2ª parte do art. 19 da Lei n. 2.033 de 20 de setembro de 1871 quem, embora sem intenção criminosa e simplesmente por gracejo de mau gosto, arma imprudentemente uma espingarda que, disparando, ...
    • APELACAO CRIME_1698 

      Não designado; O juízo (apelante); Antonio Geraldo e Manoel Teixeira da Silva Palhada (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-03-03)
      É nulo o julgamento perante o júri: 1. Quando se fazem os quesitos englobando o nome do réu com os de corréus ausentes; 2. Quando no quesito sobre a circunstância agravante de premeditação não se especifica a condição de ...
    • APELACAO CRIME_1706 

      Não designado; A justiça, por seu promotor (apelante); Antonio Calixto Mendes e seus escravos Pedro, Vicente e Jeremias (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-02-17)
      Nos crimes particulares e em que não tem lugar o procedimento oficial o perdão do ofendido extingue a ação, eximindo o delinquente da pena, ainda mesmo depois de condenado.
    • APELACAO CRIME_1709 

      Não designado; João Custodio de Lima (apelante); Joaquim Firmino Lopes e a Justiça (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-03-24)
      É nulo o processo perante o júri quando a parte acusadora apresenta libelo sem ter previamente obtido licença para que fosse ele assinado por seu procurador, não servindo para esse fim a licença anteriormente obtida em ...
    • APELACAO CRIME_1727 

      Não designado; A justiça, por seu promotor (apelante); Camillo, escravo de D. Maria da Rocha (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-05-01)
      Quando, por esgotar-se a urna em consequência de recusas das partes, não se pode verificar o julgamento, deve ser este adiado para outra sessão do júri, e não para outro dia da mesma sessão. O interrogatório, não sabendo ...
    • APELACAO CRIME_1733 

      Relator não designado; O juízo (apelante); Cornelio Justiniano da Silva (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-03-03)
      É nulo o processo crime em que o mesmo juiz que decretou·a pronúncia a confirma em grau de recurso
    • APELACAO CRIME_1741 

      Não designado; O juizo (apelante); Tiburtino Fernandes Tolentino (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-03-27)
      Não se toma conhecimento da apelação do juiz de direito, desde que não conste dos autos que ela foi interposta imediatamente depois de lidas as decisões do júri.
    • APELACAO CRIME_1751 

      Não designado; José Graciano Pinto, Januario Garcia Moreira e outros (apelantes); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-05-08)
      Não havendo circunstâncias atenuantes em favor do réu e sim agravantes, e sendo o fato principal reconhecido apenas por maioria absoluta de votos, deve a pena ser aplicada no grau médio.
    • APELACAO CRIME_1768 

      Não designado; Manoel Vianna da Silva e Elias da Costa Guimarães (apelantes); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-05-22)
      Quando a pena de galés perpétuas, é comutada em prisão simples perpétua, ex-vi dos arts. 45 §§ 2º e 49 do Cód. Crim., o juiz de direito deve apelar ex officio. Nulidades do julgamento perante o júri.
    • APELACAO CRIME_1772 

      Não designado; Antonio Correia Marques (apelante); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-05-15)
      São nulidades do julgamento criminal: 1. Não constar dos autos que o réu fosse intimado para preparar sua defesa; 2. Não terem sido os debates completados pela réplica, nem constar a desistência desse direito; 3. Ter sido ...
    • APELACAO CRIME_1773 

      Relator não designado; A justiça (apelante); Vicente José da Silva e outros (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1885-02-20)
      Prazo para as partes interporem apelação das decisões do júri. Não se toma conhecimento da apelação, cujo termo de interposição foi lavrado e assinado depois do prazo legal