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    • APELACAO COMERCIAL_1192 

      Relator não designado; Casimiro Rodrigues Bacellar (apelante); Soares, Quartim Torres & Cª (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-05-29)
      1. Juízo arbitral. Julgamento proferido depois de findo o prazo do compromisso; 2.Clausula de renúncia de recurso; 3. Nulidade do julgamento
    • APELACAO COMERCIAL_1231 

      Relator não designado; Antonio Correa Coutinho (apelante); Banco Rural Hipotecário (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-02-27)
      Incompetência de juízo: depois de, sobre execução articulada com esse fundamento, pronunciar-se o tribunal em recurso de agravo, não pode de novo julgá-la, conhecendo da apelação
    • APELACAO COMERCIAL_1281 

      Relator não designado; Os administradores da massa falida de Guilherme Holland & Cª (apelantes); Manoel de Almeida Cardoso e sua filha D. Rita Felisarda Cardoso (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-05-29)
      1. Liquidação de sociedade em conta da participação; 2. Quando a liquidação é objeto da ação, não pode ser deixada para a execução; 3.Inteligência do art. 292, 2ª parte, do Cod. Com.
    • APELACAO COMERCIAL_1289 

      Relator não designado; Dr. Manoel Antonio de Magalhães Calvet (apelante); Ferreira de Souza & Cª (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-09-14)
      1. Nulidade de caução constituída por procurador sem procuração; 2. Ratificação de nulidade do contrato por falta da procuração de um dos contratantes
    • APELACAO COMERCIAL_1483 

      Relator não designado; Cerdeira & Maços (apelantes); Leoncio & Mello (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-11-23)
      O contrato de fretamento, em que não interveio corretor ou tabelião, só obriga as próprias partes; não dá, por tanto, ação contra o consignatário das mercadorias transportadas no navio fretado
    • APELACAO COMERCIAL_1875_08_31 

      Relator não designado; Augusto José da Silva Ribeiro (autor); Custodio Mendes d'Oliveira Guimarães (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-10-31)
      Responsabilidade dos preponentes pelos atos de seus prepostos, ainda que sem título de nomeação por escrito
    • APELACAO COMERCIAL_239 

      Relator não designado; Dr. Luiz de Oliveira Lins de Vasconcellos e Mauá & Cª, como administradores da massa falida de J. M. Rudge & Steidel (apelantes); Bento Alves de Siqueira Bueno (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-02-06)
      1. O documento entrelinhado diz-se viciado e não pode produzir efeitos; 2. É da essência do deposito mercantil a tradição da coisa real, ou simbólica se não se verifica ser impossível; 3. Não se considera título de depósito ...
    • APELACAO COMERCIAL_244 

      Relator não designado; Henrique Fraeb (exequente); José Hebert & Cª, representado pelo sócio gerente José Soares Junior (executados); Terceiros embargantes - D. Joanna Maria Hebert por si e como tutora de seus filhos e outros (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-02-13)
      lnduz nulidade o recair a penhora sobre bem indiviso ainda a partilhar-se no juízo de órfãos, sem terem sido ouvidos os menores interessados por seu tutor e curador a lide
    • APELACAO COMERCIAL_40 

      Relator não designado; Antonio Lourenço Torres & Cª (apelantes); Joaquim Jose de Souza Breves (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-05-28)
      Letras aceitas de favor - Inteligência do art. 366 do Codigo comercial
    • APELACAO COMERCIAL_513 

      Relator não designado; Antonio da Costa Guimarães (apelante); Antonio Dias Ferreira Machado, por cabeça de sua mulher (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-11-17)
      Ninguém pode ser devedor nem credor de si mesmo. Não importa que uma e mesma pessoa tenha dois estabelecimentos comerciais distintos, figurando um dos estabelecimentos como devedor do outro; pelo que Indo em praça, pelo ...
    • APELACAO CRIME_122 

      Relator não designado; A Justiça (apelante); Dr. Faustino José de Oliveira Ribeiro (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-02-25)
      Nulo é o processo de responsabilidade instaurado sobre denúncia particular, quando não é esta instruída com os documentos ou justificações que façam certa a existência do delito
    • APELACAO CRIME_127 

      Relator não designado; O promotor público e Manoel José d’Oliveira (apelantes); Vidal Pedro de Moraes (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1877-07-04)
      A prescrição do crime, ainda que não tenha sido alegada pelas partes pode ser julgada pelo juiz, se resulta evidentemente do processo
    • APELACAO CRIME_139 

      Relator não designado; A Justiça (apelante); Joaquim, escravo de João Antonio Ramos (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-02-22)
      1. Em que casos não importa nulidade a falta de curador dado ao réu escravo; 2. A verificação das cédulas pode ser feita pelo escrivão, sob a inspeção do juiz
    • APELACAO CRIME_144 

      Relator não designado; O juiz de direito da comarca (apelante); Florido Nunes Garcia (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-03-03)
      Constitui nulidade: não constar dos autos que se houvesse completado os debates, e que a parte houvesse desistido da réplica
    • APELACAO CRIME_146 

      Relator não designado; Elias dos Santos Barbosa (apelante); A justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-02-04)
      Constitui nulidade: 1.Ter servido no conselho um jurado, cujo nome não combina inteiramente com o do sorteado, sem que haja prova da identidade de pessoa; 2. Não se haver reproduzido o quesito na resposta a ele dada; ...
    • APELACAO CRIME_158 

      Relator não designado; A Justiça (apelante); Diocleciano Martins de Britto e outro (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-04-07)
      Irregularidades que não importam nulidades do julgamento. Nesse número está a falta de quesito sobre circunstância agravante articulada no libelo, quando pelas respostas do juri é o réu absolvido
    • APELACAO CRIME_159 

      Relator não designado; Francisco José Martins (apelante); A Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-04-07)
      Constitui nulidade: 1. Não terem sido citadas as testemunhas afim de comparecerem a sessão do julgamento; 2. É intimado o réu para preparar a sua defesa, embora se trate de segundo julgamento
    • APELACAO CRIME_186 

      Relator não designado; Francisco Martins de Oliveira (apelante); A Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-04-07)
      Constitui nulidade: Serem os quesitos formulados sem a necessária clareza, acumulando-se e confundindo-se fatos diversos e circunstancias especiais que podiam influir sobre a classificação do crime
    • APELACAO CRIME_1875_07_27 

      Relator não designado (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-07-27)
      A pena por motivo de reincidência só aplica-se, tendo sido o réu já condenado por delito da mesma natureza
    • APELACAO CRIME_1875_09_24 

      Relator não designado; Manoel Barbosa da Silva (apelante); A Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-09-24)
      1. Nulidades do julgamento perante o júri; 2. Inteligência do art. 79 da lei de 3 de dezembro de 1841