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    • ACAO DE DANO_1876_05_27 

      Relator não designado; José Marques d'Oliveira e sua mulher (apelantes); Antonio Joaquim do Nascimento e Manoel Barbosa de Menezes e suas mulheres (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-05-27)
      1. O co-senhor de terrenos pro indiviso, em que não há limites certos e conhecidos, que faz benfeitorias sem oposição alguma dos demais co-senhores, passado, ano e dia, estabelece em seu favor a presunção de que estava de ...
    • ACAO DE LIBELO_1876_07_20 

      Relator não designado; Dr. João Salomé Queiroga (autor); Diniz Tameirão Pinto e Diniz Antonio de Oliveira Pinto (réus) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-07-20)
      1. A falta de escritura pública, quando o pedido excede a taxa da lei, supre-se com o documento do réu; 2. Jurando o autor que os documentos a que refere-se no libelo estão em poder do réu não dá-se absolvição da Instância; ...
    • ACAO DE LIBERDADE_1875_07_09 

      Relator não designado; O pardo Ignacio (apelante); Manoel Bicudo de Siqueira Salgado (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-07-09)
      Carta de liberdade subtraída como se restaura ?
    • APELACAO COMERCIAL_186 

      Relator não designado; Manoel da Silva Pontes (apelante); Okell Bindloss & C ª (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-05-12)
      1. Contratos celebrados nos 40 dias anteriores a época legal da quebra; 2. É licito ao autor pedir menos do que lhe e devido, por conta corrente, prejudicando, assim, a alçada e inutilizando os recursos legais?
    • APELACAO COMERCIAL_1874_08_18 

      Relator não designado; Barbosa & Sobrinho (apelantes); Octave Jaunez (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-08-18)
      As concordatas amigáveis, sendo unanimes, são permitidas no comércio antes da abertura da falência
    • APELACAO COMERCIAL_1874_11_24 

      Relator não designado; Moura Rolim & C ª (apelantes); Gedeão Augusto de Carvalho (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-11-24)
      1. Contas comerciais só constituem provas estando assinadas por aqueles contra quem são produzidas; 2. Quem vende mercadorias por conta própria não tem obrigação de remeter os apuros, e sim de satisfazer em tempo os seus ...
    • APELACAO COMERCIAL_1874_11_24_2 

      Relator não designado; Manoel Paes Pinto de Vasconcellos (apelante); João Alves Salgueiro Vianna (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-11-24)
      1. Saldo líquido e conhecido não há enquanto entre negociantes continuam as transações de que se o pretende deduzir, e nem há aprovação formal da parte do acionado, em cartas, ou em conta corrente firmada com a sua assinatura; ...
    • APELACAO COMERCIAL_1875_04_20 

      Relator não designado; Francisco Coelho da Fonseca & Filho (apelantes); Severino Ribeiro da Cunha & Irmão (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-04-20)
      1. Não há impedimento, nem incompatibilidade entre juiz e advogado, que tendo sido cunhados, acham-se pelo falecimento do cônjuge fora e além do período de duração do cunhadio; 2. A Ord. L. 1º T. 48 § 29 deve ser entendida ...
    • APELACAO COMERCIAL_1875_06_25 

      Relator não designado; Curador fiscal e Luiz Lopes de Oliveira (apelantes); Azevedo & Sobrinhos (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-06-25)
      1. Procuração apresentada em publica-forma sem as solenidades exigidas no art. 153 do Regul. n. 731 de 25 de novembro de 1850 não prova o mandato; 2. Em causa, em que deva ser ouvido o curador fiscal de uma massa falida, ...
    • [APELACAO COMERCIAL_1875_08_11] 

      Alexandre de Castro, administrador da massa falida de Machado & Redondo (autor); José Pereira Branco (réu); Não designado (1875-08-11)
      1. O aceitante da letra de cambio que não a pagou no dia do seu vencimento, porque veio a falir, não pode se apresentar, ele, ou o representante de sua massa, perante a massa falida do sacador, ou perante o mesmo sacador ...
    • APELACAO COMERCIAL_1876_04_27 

      Relator não designado; Antomo da Costa Neves (apelante); Os administradores da massa falida de Alivio & Cª (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-04-27)
      Embargos de terceiro senhor e possuidor em processo de falência opostos por sócio comanditário. Sócio comanditário de uma sociedade, cujo contrato não se registrou, pode pelo fato da falta de registro ser reputado solidário? ...
    • APELACAO COMERCIAL_1876_05_02 

      Relator não designado; Luiz Ribeiro da Cunha e Sobrinhos (apelante); Antonio Machado Mendes e sua mulher (embargantes 3°) (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-05-02)
      Os atos de alienação praticados pelo falido nos quarenta dias anteriores a declaração de sua quebra, não são nulos de pleno direito. São, porem, anuláveis por meio de ação rescisória provando-se simulação e fraude em ...
    • APELACAO COMERCIAL_408 

      Relator não designado; João de Lemos Pinheiro (1º apelante); Domingos Alves de Oliveira (2º apelante); Francisco de Almeida Magalhães (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-02-29)
      Cessão e venda de dívidas, prescrição, novação, responsabilidade do sócio de indústria, juros não estipulados, condenação nas custas
    • APELACAO COMERCIAL_880 

      Relator não designado; Francisco José da Silva Pimentel (apelante); Faria Cunha & Cª (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-02)
      O arresto feito em uma letra ajuizada não exonera o devedor da obrigação de paga-la, pois deve operar o pagamento por meio do deposito judicial
    • APELACAO CRIME_103 

      Relator não designado; A Justiça (apelante); Francisco Fernandes de Figueiredo (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-08-31)
      Constituem nulidades: 1.Ter sido admitido ao conselho um jurado que não se achou presente ao ato do sorteio e só se apresentou quando tinha a Promotoria esgotado o número de suas recusas; 2.Não ter sido o primeiro quesito ...
    • APELACAO CRIME_106 

      Relator não designado; Julio Grothe (apelante); Justiça (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-08-06)
      1. É nulo o processo de responsabilidade instaurado contra um empregado da Repartição dos Telégrafos sem que tenham sido previamente tomadas as suas contas e liquidada a sua responsabilidade como empregado da Fazenda; 2. ...
    • APELACAO CRIME_107 

      Relator não designado; O Juízo (apelante); José Belarmino dos Reis (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-08-03)
      Ainda que conste da ata, não constando que foi tomado por termo nos autos, não vale o agravo no auto do processo interposto no juri
    • APELACAO CRIME_108 

      Relator não designado; Juiz de direito da comarca de Coritiba (apelante); Miguel, escravo de J. A. dos Santos (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-08-13)
      1. É nulo o processo, quando na formação da culpa não se inquire o número legal de testemunhas; 2. O senhor do escravo ofendido não pode ser testemunha no respectivo processo
    • APELACAO CRIME_109 

      Relator não designado; Os escravos Antonio e José (apelantes); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-03-09)
      Condições para que se verifique o crime de resistência
    • APELACAO CRIME_109_2 

      Relator não designado; Pedro Paiva de Almeida (apelante); João Pereira de Souza e o juízo (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-06-18)
      A falta de afixação e publicação do edital convocando o réu, motiva a nulidade do julgamento perante o juri