Now showing items 1-20 of 371

    • ACAO DE DANO_1876_05_27 

      Relator não designado; José Marques d'Oliveira e sua mulher (apelantes); Antonio Joaquim do Nascimento e Manoel Barbosa de Menezes e suas mulheres (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-05-27)
      1. O co-senhor de terrenos pro indiviso, em que não há limites certos e conhecidos, que faz benfeitorias sem oposição alguma dos demais co-senhores, passado, ano e dia, estabelece em seu favor a presunção de que estava de ...
    • ACAO DE LIBELO_1876_07_20 

      Relator não designado; Dr. João Salomé Queiroga (autor); Diniz Tameirão Pinto e Diniz Antonio de Oliveira Pinto (réus) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-07-20)
      1. A falta de escritura pública, quando o pedido excede a taxa da lei, supre-se com o documento do réu; 2. Jurando o autor que os documentos a que refere-se no libelo estão em poder do réu não dá-se absolvição da Instância; ...
    • ACAO DE LIBERDADE_1875_07_09 

      Relator não designado; O pardo Ignacio (apelante); Manoel Bicudo de Siqueira Salgado (réu) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-07-09)
      Carta de liberdade subtraída como se restaura ?
    • AGRAVO CIVEL_127 

      Relator não designado; José de Oliveira Pinto e sua mulher (agravantes); D. Joanna Alexandrina de Carvalho (agravada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-03-14)
      Nos casos de simples absolvição de instancia; sem perempção da ação, é cabido o recurso de agravo. Quando há perempção, o de apelação. Exceção de litispendência. O que é necessário para que seja julgada procedente
    • AGRAVO CIVEL_1875_05_29 

      Relator não designado; Juizo de Direito de Pelotas (Rio Grande do Sul) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-05-29)
      1. O remédio da manutenção só pode ser requerido pelo escravo no foro de seu senhor; 2. Quando se intenta e se subentende intentado aquele remédio; 3. A exceção de incompetência pode ser recebida ou rejeitada diretamente
    • AGRAVO CIVEL_1875_07_27 

      Relator não designado; Vicente Rodrigues da Rocha e sua mulher (agravantes); padre João José dos Santos (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-07-27)
      Tem o poder judiciário competência para intervir e decidir sobre questões de servidão, em ações confessórias ou negatórias, não obstante pertencer as câmaras municipais o poder de regular, como melhor entender a viação pública
    • AGRAVO CIVEL_29 

      Relator não designado; Manoel Rodrigues Jordão e sua mulher (agravantes); Joaquim Fernandes Cantinho e sua mulher (agravados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-10-15)
      Os embargos em parte infringentes do julgado no tribunal superior, opostos na execução, são recebidos nos próprios autos, para discussão e prova, e depois remetidos ao mesmo tribunal, a quem compete resolver sobre a sua ...
    • AGRAVO CIVEL_31 

      Relator não designado; Francisco Marcondes Rezende (agravante); Bento Joaquim de Moraes (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-02-11)
      Apelação, e não agravo dá-se da decisão sobre absolvição de instancia, quando ela importa perempção da causa. Inteligência do art. 4º § 1 do Dec. de 12 de novembro de 1873
    • AGRAVO CIVEL_42 

      Relator não designado; Albano Francisco de Godoy (agravante); Manoel da Silveira Franco (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-16)
      Das sentenças de absolvição de Instancia cabe recurso de agravo e não de apelação
    • AGRAVO COMERCIAL_1876_03_14 

      Relator não designado; Theophilo Moreira da Rocha, sua mulher e outros (agravantes) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-03-14)
      Para julgar-se deserta a apelação é preciso que o apelante ou o seu procurador sejam citados na forma do art. 722 do Reg. n. 737 de 23 de novembro de 1850
    • AGRAVO COMERCIAL_1876_06_13 

      Relator não designado; Companhia Macaé e Campos (agravante); José Antonio dos Santos Cortiço e outros (agravados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-13)
      1. Competência do juízo comercial para a abertura da falência de uma sociedade anônima; 2. Nulidade da declaração de abertura de falência por não ter precedido inquirição de testemunhas
    • AGRAVO COMERCIAL_1876_06_13_2 

      Relator não designado; A companhia da estrada de ferro de Macaé e Campos (agravantes); José Antonio dos Santos Cortlço e outros (agravados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-13)
      Competência do juízo comercial para abertura de falência de uma companhia de estrada de ferro. Nulidade da declaração de abertura de falência por não ter precedido inquirição de testemunhas
    • AGRAVO COMERCIAL_1876_08_22 

      Relator não designado; José Antonio dos Santos Cortiço e outros (agravantes); A Companhia da Estrada de ferro de Macaé a Campos (agravada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-08-22)
      1.Os portadores de um título, tornado litigioso pela propositura da competente ação de nulidade, são legítimos credores para requererem abertura de falência; 2. A declaração de valor recebido supre, na letra, a falta de ...
    • AGRAVO COMERCIAL_336 

      Relator não designado; D. Maria Joanna Matta Paranhos e outros por si e como tutôra de seus irmãos menores (agravantes); José de Araujo Matta (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-09-29)
      Nota promissória, o que é?
    • AGRAVO COMERCIAL_38 

      Relator não designado; Vicente Russo (agravante); Teixeira de Carvalho e Santos (agravados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-03-21)
      Agravo de instrumento pode ser interposto fora da audiência e não depende de ratificação. Inteligência do art. 12 do Decreto de 12 de novembro de 1873. Não se toma conhecimento do agravo apresentado fora do prazo legal
    • AGRAVO COMERCIAL_45 

      Relator não designado; D. Maria Josepha da Conceição Villela (agravante); Luiz Quirino dos Santos (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-20)
      O saque a ordem do próprio sacador, embora não seja endossado, constitui, com as demais condições legais, uma verdadeira letra da terra, na qual podem haver só duas firmas: a do sacador e portador e a do aceitante
    • AGRAVO COMERCIAL_48 

      Relator não designado; D. Maria Josepha da Conceição Villela (agravante); Guilherme P. Ralston (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1876-06-23)
      Nas letras da terra podem figurar só dois entidades: o sacador que é também portador, e o aceitante
    • AGRAVO DE INSTRUMENTO_1874_06_17 

      Relator não designado; José Joaquim de Maria e sua mulher (agravantes); Domingos Hermogenes de Carvalho e sua mulher (agravados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-06-17)
      Embargos de erro de custas, tendo a sentença passado em julgado, só podem ser apresentados na execução
    • AGRAVO DE INSTRUMENTO_1875_08_18 

      Relator não designado; Francisco de Araujo Sobrinho (agravante); Barão de Tremembé (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-08-18)
      1. Competência de foro para serem ajuizadas letras sem sacador, cujo aceitante não é comerciante; 2. Solicitador pode assignar minuta de agravo?
    • AGRAVO DE INSTRUMENTO_1875_12_10 

      Relator não designado; Curador geral dos órfãos e Domingos da Silva Espinola (agravantes); Juiz de direito da comarca do Rio Novo (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1875-12-10)
      Nas comarcas geraes so é o juiz de direito competente para ordenar a venda de bens de raiz de menores, no caso em que a mesma venda é impugnada pelos interessados