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ACAO ORDINARIA_1892_05_20
(Supremo Tribunal Federal, 1892-05-20)
Nos contratos de compra e venda de ações de bancos e sociedades anônimas, a prazo, é essencial-para sua validade e execução: 1º que o corretor, intermediaria da transação, tenha recebido o1·dem por escrito do comprador; ...
AGRAVO COMERCIAL_1893_08_11
(Supremo Tribunal Federal, 1893-08-11)
A companhia anônima, dissolvida por deliberação da assembleia geral, pode ser liquidada judicialmente a requerimento de qualquer acionista, quando o fundamento da dissolução tiver sido a perda de 314 ou mais do capital ...
AGRAVO_526_2
(Supremo Tribunal Federal, 1906-06-25)
As contas mercantilmente extraídas de livros comerciais não se consideram dívidas líquidas e certas para o efeito da falência, se os respectivos lançamentos não estão comprovados pela forma prescrita no art. 23 n. II do ...
ACAO ORDINARIA COMERCIAL_1897_03_19
(Supremo Tribunal Federal, 1897-03-19)
Ilegitimidade de ação rescisória para anulação de sentença declaratória de falência fundada em impontualidade de pagamento de letras, que tendo motivado um arresto preventivo da competente ação decendiária, foi posteriormente ...
APELACAO COMERCIAL_2914
(Supremo Tribunal Federal, 1908-11-25)
As prestações do capital de uma companhia anônima, consistentes em bens imóveis do casal, independem de outorga uxória e da transdução no Registro Geral, quando o seu valor corresponde a importância exata da entrada ou ...
APELACAO CIVEL_1202
(Supremo Tribunal Federal, 1910-01-31)
Associações civis, personalidade jurídica adquirida pelo Decreto do Poder Público, aprovando seus estatutos; deliberações pelo voto da maioria, interessando à sociedade e modificando o contrato, sem no entretanto inovar o ...
CARTA TESTEMUNHAVEL_280
(Supremo Tribunal Federal, 1910-10-31)
Do despacho do juiz da Provedoria que arbitra a vintena cabe agravo e não apelação. O testamenteiro, sendo legatário, não pode receber o legado e a vintena, mas pode renunciar o legado para receber a vintena.
ACAO DE REPETICAO DO INDEBITO
(Supremo Tribunal Federal, 1892-12-16)
APELACAO COMERCIAL_925
(Supremo Tribunal Federal, 1897-07-06)
O aceitante de letra é o principal e direto devedor da prestação nela enunciada, e não coobrigado a que se refere o art. 438 do Cód. Com., não o desonerando, portanto, da obrigação do pagamento a concordata celebrada pelo ...
