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REVISTA CIVEL_10458
(Supremo Tribunal de Justiça, 1887-04-02)
Nulidade do julgamento que isentando a mulher de pagar, por seus bens, dívidas do marido anteriores ao casamento, omite a condenação do marido que judicialmente confessa a dívida. Poderes precisos nas procurações para ...
APELACAO CIVEL_5361
(Supremo Tribunal de Justiça, 1885-12-07)
Escritura de dívida com hipoteca, de bens dotais, anulada quanto à hipoteca, fica subsistente relativamente a dívida.
REVISTA CIVEL_10458_2
(Supremo Tribunal de Justiça, 1887-10-01)
Dívida do marido anterior ao casamento deve ele ser condenado a pagar, posto que a mulher o não seja.
REVISTA CIVEL_11004
(Supremo Tribunal de Justiça, 1889-06-08)
A ação de nulidade de escritura de dívida e hipoteca, e de reivindicação dos respectivos bens, que foram arrematados em praça pelo credor hipotecário, proposta pela mulher sob o fundamento de que o marido agiu simuladamente ...
REVISTA COMERCIAL_9660
(Supremo Tribunal de Justiça, 1880-12-15)
Os bens do interdito por prodigalidade estão sujeitos ao pagamento das obrigações que contraiu antes da sentença de interdição
REVISTA CIVEL_9490
(Supremo Tribunal de Justiça, 1879-11-05)
1. A dívida constituída por letras, ratificada depois por escritura pública, tem por título principal esta e não aquelas; 2. O traspasse que o credor, por tal escritura, faz dos seus, direitos a um seu primo irmão não ...
REVISTA CIVEL_8596
(Supremo Tribunal de Justiça, 1874-11-28)
1. Por se tratar de compra e venda de bens de raiz, e não constar do respectivo título que fosse paga a sisa;
2. Porque a compra e venda tem por objeto bens de órfãos, e foi feita sem audiência do tutor e sem prévia licença ...
REVISTA CIVEL_9150
(Supremo Tribunal de Justiça, 1877-10-13)
1. O herdeiro, testamenteiro, pode arrematar os bens do testador levados a praça; 2. O reconhecimento da dívida feito judicialmente interrompe a prescrição; 3. O desistente que, citado para assinar o respectivo termo não ...
APELACAO CIVEL_1880_11_16
(Supremo Tribunal de Justiça, 1880-11-16)
Embargos à execução por ser a sentença baseada em falsas causa e prova. Assinação de 10 dias é competente para demandar-se o título assinado pelo marido, posto que lhe tenha falecido a mulher. O pagamento feito a terceiro ...
APELACAO CIVEL_1874_10_13
(Supremo Tribunal de Justiça, 1874-10-13)
Embora por dívida comum, a execução, em que se executam bens que se acham ainda pro indiviso, sem ter-se convencido judicialmente a um só d'entre os interessados da responsabilidade que lhes cabe, é toda nula






