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AGRAVO CIVEL_1073
(Supremo Tribunal Federal, 1908-11-14)
Na concessão de uma obra ou serviço público, como é um porto de mar, o Governo não transfere propriedade alguma ao concessionário; este obtém apenas o uso ou gozo da cousa durante o prazo da exploração concedida. Os direitos ...
APELACAO CIVEL_1484
(Supremo Tribunal Federal, 1908-12-09)
Formalidades essenciais do processo de desapropriação. Como deve proceder um particular que obteve provimento á apelação que interpusera de sentença homologatória de um laudo arbitral, contrário aos seus interesses e ...
APELACAO CRIME_371
(Supremo Tribunal Federal, 1909-06-02)
É preciso provar-se que o réu em crime de moeda falsa agiu dolosamente; não bastam indícios de que ele sabia que a cédula era falsa.
APELACAO CIVEL_1438
(Supremo Tribunal Federal, 1909-04-24)
A União Federal é parte legitima para, em executivo fiscal, cobrar as multas cominadas nas leis das alfândegas, mesmo quanto à parte pertencente ao funcionário público. Defesa do réu nos executivos fiscais: em que pode ...
AGRAVO_1073
(Supremo Tribunal Federal, 1909-05-15)
Quando têm lugar embargos de declaração.
AGRAVO_1208
(Supremo Tribunal Federal, 1909-11-24)
São recebidas no efeito devolutivo as apelações interpostas das sentenças proferidas em ação sumária ainda que ditas sentenças não comportem execução provisória.
CARTA TESTEMUNHAVEL_1164
(Supremo Tribunal Federal, 1909-08-11)
O artigo 263 do Reg. 5.561 de 1905 – determinando que as decisões sobre agravos não podem ser embargadas, nem sujeitas a qualquer outro recurso – não obsta a interposição do recurso extraordinário.
HABEAS CORPUS_2867
(Supremo Tribunal Federal, 1910-05-11)
O excesso justificado do prazo para a formação da culpa do crime de moeda falsa não é·motivo para considerar-se ilegal a prisão do sumariado.
APELACAO CRIME_392
(Supremo Tribunal Federal, 1909-11-13)
A lei penal retroage quando é mais benigna.
HABEAS CORPUS_2802
(Supremo Tribunal Federal, 1909-12-18)
As rogatórias emanadas de autoridades estrangeiras serão cumpridas pelo juiz seccional depois do exequatur do Governo Federal; para este cumprimento é incompetente o Poder Executivo. Não são exequíveis as rogatórias que ...
