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    • ACAO ESPECIAL_2 

      Relator não designado; A União Federal (autora); O Estado de Pernambuco (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1896-05-30)
      Questão de inconstitucionalidade de imposto por tonelada sobre navios estrangeiros criado por leis estaduais. Como dá-se a intervenção dos tribunais federais para nulidade dos atos decorrentes das leis arguidas de ...
    • ACAO EXECUTIVA_1895_11_05 

      Relator não designado; Fazenda do Estado (exequente); L. Costa e Comp. (executados) (Supremo Tribunal Federal, 1895-11-05)
      Executivo Fiscal para cobrança da diferença de direitos de exportação encontrada no ato de conferência de manifesto. É nulo o executivo movido pela fazenda não tendo por base conta ou certidão de dívida competentemente ...
    • AGRAVO COMERCIAL_177 

      Relator não designado; C. Ludke, capitão do lugar alemão Hermann Becker (agravante); Azevedo Braga, Pinto & C. (agravados) (Supremo Tribunal Federal, 1897-01-30)
      Embargo em navio estrangeiro. Navio estrangeiro pode ser embargado por faltas na entrega da carga. Inteligência do art. 482 do Código Comercial.
    • AGRAVO COMERCIAL_1894_06_13 

      Relator não designado; Walter Cristiansen & C. (agravantes); Marques Leitão & C. (agravados) (Supremo Tribunal Federal, 1894-06-13)
      À justiça local e não a federal, compete conhecer de uma ação em que se quer haver dos consignatários de um navio a entrega de mercadorias importadas pelo mesmo navio, ou o pagamento do respectivo valor conforme a fatura.
    • AGRAVO COMERCIAL_1895_03_03 

      Carl Heinrich, capitão da barca alemã Edenward Wanerhends (agravante); F. P. Passos (agravado); Relator não designado (Supremo Tribunal Federal, 1895-03-03)
      Da decisão que não admite ação executiva por parte do comandante do navio sobre parte da carga depositada para haver do consignatário do carregamento a importância da estadia e sobre estadia do navio, não cabe agravo e sim ...
    • AGRAVO COMERCIAL_6315 

      Relator não designado; Antonio Luiz Pereira Valente (agravante); A companhia de seguros marítimos e terrestres Garantia (agravada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1888-04-24)
      O que é prova cumprida. Inteligência dos arts. 258 e 259 do Regul. n. 737 de 1850.
    • AGRAVO COMERCIAL_6482 

      Relator não designado; Dr. João Raymundo Pereira da Silva filho (agravante); Francisco A. Xavier Pinheiro (agravado) (1888-07-24)
      Título de compra e venda de embarcação. Arresto de embarcação.
    • AGRAVO DE PETICAO_122 

      Relator não designado; Bento José Monteiro e outros (agravantes); Joseph Alkain (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-08)
      Não causa dano irreparável, e, portanto, não é agravável o despacho que recusa a manutenção de posse requerida pelos arrematantes de um navio vendido em leilão da massa falida de uma firma comercial, quando já anteriormente ...
    • AGRAVO DE PETICAO_178 

      Relator não designado; A Companhia Geral de Comercio e Industria (agravante); J. A. Sammuelson (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1897-02-06)
      Não pode prevalecer o embargo efetuado em quantias devidas por compradores de carregamentos de navios, não só porque o embargante, na qualidade de cessionário não se mostra devidamente habilitado para requerê-lo, como ...
    • AGRAVO DE PETICAO_48 

      Relator não designado; Alexandre M. Ritchie (agravante); O Dr. juiz seccional do Distrito Federal (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1893-09-23)
      Caso de agravo é o despacho que indefere in limine a petição inicial de uma simples diligência de depósito de mercadorias, para não serem despachadas enquanto não for paga a contribuição do valor da fatura, segundo compromisso ...
    • AGRAVO_238 

      Relator não designado; John Gordon (agravante); Frederich Muller (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1898-05-18)
      Cabe o recurso de agravo da decisão que julga insubsistente o sequestro, pondo fim ao processo, o que equivale a julgar improcedente o sequestro. O capitão de navio, sendo, nos termos do art. 519 do Cód. Com., depositário ...
    • APELACAO COMERCIAL_174 

      Relator não designado; John Nilsen, capitão da barca sueca Bondina (apelante); B Muller, capitão da barca alemã Nanny (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1897-03-17)
      Procedência da apelação interposta da sentença que julgou nulo o processo em que o apelante pedia indenização de perdas e danos, consequentes de abalroação, com o fundamento de que, devendo o dano ser pago pelo navio ...
    • APELACAO COMERCIAL_1895_02_02 

      Relator não designado; Peter Anderson, capitão da barca sueca Nanny (apelante); Léon & Comp. (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1895-02-02)
      A estadia e sobre estadia de navio são obrigações assessorias do frete, cabendo, portanto, para pagamento delas o processo executivo. Obrigações do afretador. Quando o preço da estadia ou sobre estadia não for mencionado ...
    • APELACAO COMERCIAL_1896_01_29 

      Relator não designado; Augusto Leuba & C. (apelantes); Camillo, Sampaio, Rodrigues & C. (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1896-01-29)
      Os consignatários de navio não são pessoalmente obrigados para com terceiros por ações ou omissões que tenham praticado ou havido em nome do comitente.
    • APELACAO COMERCIAL_1896_04_15_2 

      Relator não designado; A companhia Lloyd Brazileiro (apelante); A Associação Sergipense (apelada) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-15)
      Abalroamento. Regras a observar para evitar abalroamentos quando as embarcações navegam em canais estreitos.
    • APELACAO COMERCIAL_1896_04_22 

      Relator não designado; A Companhia de Navegação Carioca (apelantes); Fernando do Amaral e outros (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-22)
      O proprietário de um navio é obrigado a restituir o frete, com indenização de prejuízos e danos, se não fez chegar ao seu destino os objetos carregados ou os descarregou em porto diferente daquele a que se obrigou.
    • APELACAO COMERCIAL_208 

      Relator não designado; Peter N. Gram, capitão da barca Sjokongen (apelante); A Avenier & C. (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1897-03-31)
      Compete a ação executiva para o comandante do navio haver o pagamento de sobrestadias por demora na descarga dos gêneros transportados, ainda mesmo não se fundando o pedido em quantia certa, porque neste caso, a sobrestadia ...
    • APELACAO COMERCIAL_210 

      Relator não designado; Tenente João Baptista de Almeida Filho (apelante); Capitão Elpidio Bem Dias de Moura (apelado) (Supremo Tribunal Federal, 1897-02-17)
      Responsabilidade dos condutores de gêneros e comissários de transportes pela omissão ou culpa de seus prepostos – Abandono do navio. inteligência do art. 99 e do art. 494 – 2ª parte – do Cód. Com.
    • APELACAO COMERCIAL_275 

      Relator não designado; A Fazenda Nacional (apelante); Mendes Maia & Comp. (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1897-07-21)
      A Fazenda Nacional não é obrigada a indenização de prejuízos resultantes do ato da polícia denegando licença para o desembarque de matéria explosiva em porto compreendido em estado de sítio – A reexportação da mercadoria, ...
    • APELACAO COMERCIAL_295 

      Relator não designado; Holworthy Ellis & C. (apelantes); Schmidt e Trost (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1897-09-25)
      A ação executiva tem lugar nos casos de cobrança de estadias e sobre estadias, como obrigações acessórias do frete, derivadas da mesma causa – o aluguel do navio.