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    • [ACAO CIVEL_1891_03_03] 

      Relator não designado; Manuel Pereira Pinto (autor); Manuel Soares da Silva (reu) (Supremo Tribunal Federal, 1891-03-03)
      Indenização pelo dano causado-Interpretação da 2ª parte do art. 68 da Lei de 3 de dezembro de 1841. Uma vez absolvido o acusado no crime, porque o fato não existiu, ou porque não foi ele o autor, não mais pode ser intentada ...
    • ACAO DE EXIBICAO_1894_12_04 

      Relator não designado; Tenente-coronel Antonio Ilha Moreira (autor); Joaquim da Costa Leite (réu) (Supremo Tribunal Federal, 1894-12-04)
      Relações entre a ação Civil e a criminal. A ação criminal e a ação civil à que dá lugar um fato criminoso são distintas e independentes, sendo lícito ao autor propor em primeiro lugar ou unicamente, a que lhe convier. A ...
    • AGRAVO CIVEL_1894_10_02 

      Lima, Amorim; Luiz Antonio de Viveiros França (agravante); Isac Tavares da Costa (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-10-02)
      Não cabe agravo do despacho que concede ao réu vista dos próprios autos para embargos ou contestação na ação de despejo, em que alega o mesmo réu contrato de arrendamento e funda-se o autor em precisar do prédio para ...
    • AGRAVO COMERCIAL_1894_06_13_2 

      Relator não designado; Companhia Agrícola Ribeirão Preto (agravante); João Martins Cornelio dos Santos (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1894-06-13)
      Não contém dano irreparável a decisão que, recebendo como contestação a exceção peremptória, mandou seguir os termos da ação proposta.
    • AGRAVO DE INSTRUMENTO_1892_10-06 

      Tourinho, João Gonçalves; Lima Irmãos & C. (agravantes); O Banco Mercantil da Bahia (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1892-10-06)
      Não cabe agravo do despacho que recusa o exame de livros comerciais ou concede-o parcialmente de certas adições colunas ou verbas.
    • AGRAVO DE INSTRUMENTO_1893_07_07 

      Relator não designado; Joaquim Diogenes Filgueiras (agravante); Felippe Angelo Ribeiro de Brito e D. Maria Catharina do Rego (agravados) (Supremo Tribunal Federal, 1893-07-07)
      Indenização ao dano causado.
    • AGRAVO DE PETICAO_122 

      Relator não designado; Bento José Monteiro e outros (agravantes); Joseph Alkain (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1896-04-08)
      Não causa dano irreparável, e, portanto, não é agravável o despacho que recusa a manutenção de posse requerida pelos arrematantes de um navio vendido em leilão da massa falida de uma firma comercial, quando já anteriormente ...
    • AGRAVO DE PETICAO_1874_02_17 

      Relator não designado; Leão & Alves (agravantes); Joaquim Gonçalves Bastos Monteiro (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-02-17)
      Não se dá agravo do despacho que manda proceder a exame requerido em livros comerciais, de que está de posse quem o requereu, sob fundamento de falta de louvação em peritos para o mesmo exame, pela parte contraria
    • AGRAVO DE PETICAO_1874_10_29 

      Relator não designado; João José Pereira da Fonseca (agravante); Agostinho Affonso Ferreira (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-09-29)
      É único competente o Juiz do cível, nos termos do art. 68 da L. de 3 de Dezembro, para conhecer do dano causado pelo delito
    • AGRAVO DE PETICAO_63 

      Relator não designado; Joaquim Cosme Monteiro (agravante); Pedro Celestino Ganocho (agravado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1874-04-24)
      Não cabe agravo do despacho que denega a prisão do executado
    • AGRAVO_1895_10_23 

      Vianna, Rocha; Silva Lucas &; Velloso (agravantes); O juiz da 1° vara (agravado) (Supremo Tribunal Federal, 1895-10-23)
      Procuração; quem nela confere poderes para o fim, se entende, ter autorizado para os meios. Dano irreparável contém o despacho que denega o levantamento do arresto, por não ter sido proposta a ação dentro dos quinze dias; ...
    • APELACAO CIVEL_1621 

      Relator não designado; O juízo (apelante); José Pereira da Silva Porto (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1878-08-27)
      1. Tem lugar a apelação ex-officio da sentença contra a liberdade proferida em ação ordinária movida por escravos que não foram dados a matricula; 2. Não prejudica o direito que tem a liberdade o escravo que não foi dado ...
    • APELACAO CIVEL_1890_03_14 

      Relator não designado; José Pinto de Souza e sua mulher (apelantes); Domingos José Antão (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1890-03-14)
      As águas pluviais, que caem do telhado e vão escoar em terreno alheio não constituem servidão legal: sua emissão pode ser obstada pelo dono do terreno, ao qual assiste o direito de indenização do dano causado.
    • APELACAO CIVEL_1890_12_05 

      Relator não designado; Francisco Ferreira de Almeida (autor); Lourenço Carvalhaes da Rocha e outros (réus) (Supremo Tribunal de Justiça, 1890-12-05)
      Indenização do dano.
    • APELACAO CIVEL_2584 

      Relator não designado; Manoel Joaquim Calheiros de Miranda (apelante); José Ribeiro Lousada, interdito, por seu curador (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1881-12-06)
      1. O louco é responsável por seus bens a satisfação do dano ex delito; 2. A ação civil de dano pode ser proposta pendendo ainda de decisão criminal; 3. Na dilação probatória cabe o arbitramento do dano sofrido; 4. Em vista ...
    • APELACAO COMERCIAL_1896_01_29 

      Relator não designado; Augusto Leuba & C. (apelantes); Camillo, Sampaio, Rodrigues & C. (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1896-01-29)
      Os consignatários de navio não são pessoalmente obrigados para com terceiros por ações ou omissões que tenham praticado ou havido em nome do comitente.
    • APELACAO COMERCIAL_3742 

      Relator não designado; A companhia da Estrada de Ferro de Santa Isabel do Rio Preto (apelante); Pedro Rampi & Valentim Muller (apelados) (Supremo Tribunal de Justiça, 1882-06-13)
      Dano infecto - Ação para evitar dano e preparatório de ação no futuro não é admissível no juizo comercial. – Notificação -- Ação de notificação é admissível no juízo comercial; segue os termos de ação ordinária e depende ...
    • APELACAO COMERCIAL_55 

      Relator não designado; Companhia de Navegação vapor Pará e Amazonas (apelante); Mello & Comp.ª (apelados) (Supremo Tribunal Federal, 1894-01-17)
      Quem afreta um navio para explorá-lo por conta própria na navegação, com a faculdade de nomear capitão, sujeita-se às obrigações impostas ao locatário pelos arts. 220 e 230 do Código Comercial e portanto responde por todos ...
    • APELACAO CRIME_1162 

      Relator não designado; Miguel Luiz Coelho (apelante); Justiça (apelada) (Supremo Tribunal de Justiça, 1882-06-23)
      Crime de sedição – Inteligência do artigo 111 do Código Criminal.
    • APELACAO CRIME_1888_06_12 

      Relator não designado; Alipio Josè de Sant’Anna (apelante); Antonio Raymundo da Silva (apelado) (Supremo Tribunal de Justiça, 1888-06-12)
      Processo e julgamento por crime de dano em que se pede aplicação de pena de 90 dias de prisão e multa de 5 a 25°.