APELACAO CIVEL_1906_04_07
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | O Banco Amazonense (apelante); Joaquim de Almeida Sá (apelado) | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-26T16:36:27Z | |
| dc.date.available | 2026-02-26T16:36:27Z | |
| dc.date.issued | 1906-04-07 | |
| dc.description | O devedor pignoraticio não é obrigado a pagar honorarios de advogado, previstos em clausula adjecta do respectivo contracto, quando não foi elle o causador da comparencia do credor em juizo. Dado, porém, que o fosse, o credito em questão é meramente chirographario e não privilegiado. Não se deve·confundir despezas feitas para a conservação de cousa empenhada, as quaes correm por conta do devedor, com outras de natureza differente. Opinião dos escriptores estrangeiros. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O devedor pignoratício não é obrigado a pagar honorários de advogado, previstos em cláusula adjeta do respectivo contrato, quando não foi ele o causador da comparência do credor em juízo. Dado, porém, que o fosse, o crédito em questão é meramente quirografário e não privilegiado. Não se deve confundir despesas feitas para a conservação de coisa empenhada, as quais correm por conta do devedor, com outras de natureza diferente. Opinião dos escritores estrangeiros. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.37, n.110, p. 298-302, 1909. | pt_BR |
| dc.identifier.other | APELACAO CIVEL_1906_04_07 | |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/12916 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal Federal | pt_BR |
| dc.title | APELACAO CIVEL_1906_04_07 | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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