REVISTA CIVEL_9692

dc.contributor.authorMenezes, Manoel Elizario de Castro
dc.contributor.authorJorge Tasso, inventariante e testamenteiro de seu finado irmão José Jacome Tasso (recorrente); Dr. Ceciliano Mamede Alves Ferreira (recorrido)
dc.contributor.otherMinistros participantes: Manoel Elizario de Castro Menezes (relator); José Baptista de Lisboa (revisor); João Evangelista de Negreiros Sayão Lobato (Visconde de Sabará) (revisor)
dc.date.accessioned2022-03-21T21:38:50Z
dc.date.available2022-03-21T21:38:50Z
dc.date.issued1881-06-18
dc.descriptionO co-herdeiro, autor e vencedor na acção, é parte legitima para seguir na execução, maxime se trata-se de reivindicação para o casal, de cousa indivisivelpt_BR
dc.description.abstractO co-herdeiro, autor e vencedor na ação, é parte legítima para seguir na execução, máxime se trata-se de reivindicação para o casal, de coisa indivisívelpt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.9, n.26, 1881, p. 219-228pt_BR
dc.identifier.issnREVISTA CIVEL_9692
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/3941
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectHerdeiropt_BR
dc.subjectExecuçãopt_BR
dc.subjectReivindicaçãopt_BR
dc.subjectObrigação indivisívelpt_BR
dc.subjectBenfeitoriapt_BR
dc.titleREVISTA CIVEL_9692pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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