APELACAO CRIME_6

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorO juízo (apelante); Manoel Joaquim de Oliveira (apelado)
dc.date.accessioned2019-06-19T01:53:10Z
dc.date.available2019-06-19T01:53:10Z
dc.date.issued1874-05-05
dc.description1. Nullidade do julgamento por irregularidade dos quesitos e incongruencia das respostas; 2.Quem não foi parte no processo não póde accusar no Jury, e apenas auxiliar a Justiça, nos termos do art. 279 do Codigo do Processo Criminal; 3. Ao Jury, e não ao Juiz de Direito, compete resolver sobre o adiamento do julgamento da causa para outra sessãopt_BR
dc.description.abstract1. Nulidade do julgamento por irregularidade dos quesitos e incongruência das respostas; 2.Quem não foi parte no processo não pode acusar no juri, e apenas auxiliar a Justiça, nos termos do art. 279 do Codigo do Processo Criminal; 3. Ao juri, e não ao juiz de direito, compete resolver sobre o adiamento do julgamento da causa para outra sessãopt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.2, n.4, p. 253-254,1874.pt_BR
dc.identifier.issnAPELACAO CRIME_6
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/1621
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectNulidadept_BR
dc.subjectJulgamentopt_BR
dc.subjectCrimept_BR
dc.subjectBrasil. Código criminal (1830) Art 00256, Art. 00279pt_BR
dc.titleAPELACAO CRIME_6pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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