APELACAO CIVEL_1775

dc.contributor.authorRelator não designado
dc.contributor.authorManuel Ferreira Machado (apelante); A Companhia Alliança da Bahia (apelada)
dc.date.accessioned2026-03-18T20:56:43Z
dc.date.available2026-03-18T20:56:43Z
dc.date.issued1912-07-06
dc.descriptionO facto de um navio ter sido vistoriado pela Capitania do Porto e ter sido achado em bom estado, dá ao segurado a presumpção "de jure", para julgar-se o naufragio como causado por fortuna do mar. A prova do vicio intrinseco do navio compete ao segurador.pt_BR
dc.description.abstractO facto de um navio ter sido vistoriado pela Capitania do Porto e ter sido achado em bom estado, dá ao segurado a presunção "de jure", para julgar se o naufrágio como causado por fortuna do mar. A prova do vicio intrínseco do navio compete ao segurador.pt_BR
dc.identifier.citationO Direito, v.40, n.118, p. 238-241, 1912.pt_BR
dc.identifier.otherAPELACAO CIVEL_1775
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/13816
dc.language.isootherpt_BR
dc.publisherSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.titleAPELACAO CIVEL_1775pt_BR
dc.typeOtherpt_BR

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