[REVISTA CRIME_1875_11_06]
| dc.contributor.author | Relator não designado | |
| dc.contributor.author | José Henrique de Queiroz (recorrente); Raymundo Joaquim Mouzinho (recorrido) | |
| dc.contributor.other | Ministro participante: A. Elisio de Castro Fonseca | |
| dc.date.accessioned | 2020-07-22T17:13:07Z | |
| dc.date.available | 2020-07-22T17:13:07Z | |
| dc.date.issued | 1875-11-06 | |
| dc.description | 1. Nos crimes particulares, em que não cabe denuncia do Promotor, é essencial a licença do Juiz para que o autor possa representar-se por procurador na formação da culpa; 2. É nulla, em taes processo, a pronuncia que se basêa em depoimentos de testemunhas inqueridas na ausencia do autor ou de pessoa habil para represental-o | pt_BR |
| dc.description.abstract | 1. Nos crimes particulares, em que não cabe denúncia do promotor, é essencial a licença do juiz para que o autor possa representar-se por procurador na formação da culpa; 2. É nula, em tais processos, a pronúncia que se baseia em depoimentos de testemunhas inqueridas na ausência do autor ou de pessoa hábil para representá-lo | pt_BR |
| dc.identifier.citation | O Direito, v.4, n.10, 1876, p. 829-830 | pt_BR |
| dc.identifier.issn | [REVISTA CRIME_1875_11_06] | |
| dc.identifier.uri | https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/2359 | |
| dc.language.iso | other | pt_BR |
| dc.publisher | Supremo Tribunal de Justiça | pt_BR |
| dc.subject | Dano (direito penal) | pt_BR |
| dc.subject | Queixa | pt_BR |
| dc.subject | Acusação | pt_BR |
| dc.subject | Procurador | pt_BR |
| dc.subject | Licença | pt_BR |
| dc.subject | Juiz | pt_BR |
| dc.subject | Formação de culpa | pt_BR |
| dc.title | [REVISTA CRIME_1875_11_06] | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |
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